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BRASIL 0 X 0 PORTUGAL – AO VIVO

por Mauro Beting em 25.jun.2010 às 9:54h

Se o Brasil não sofrer demais com as incursões em diagonal de Raul Meireles, se conseguir blindar Cristiano Ronaldo, consegue ganhar. Mas é jogo para empate, que você acompanha por aqui, ao vivo, as mudanças táticas.

TIMES ESCALADOS. Robinho no banco, vai Nilmar para o jogo, fazendo a função de Robinho, como normalmente faz no Brasil – e só no Brasil. Honestamente, não esperava. E não sei se era o caso.

PORTUGAL vem muito mudado. Deve ser Ricardo Costa na lateral direita. Como a marcação não é boa pela esquerda, talvez Duda entre por ali. Mesmo um meia aberto pela esquerda, com Queiróz ele joga na lateral. Como Pepe, com os Tugas, é volante.

Portugal muda quase tudo, e deve atuar num 4-3-2-1, com Danny e Coentrão mais recuados, e Duda possivelmente na lateral esquerda

COMEÇOU O JOGO

Portugal muda nomes e também números. Vem num 4-1-4-1. Coentrão como lateral, e Duda vem pela direita, á frente

44 MINUTOS 1O. TEMPO – JOSUÉ X FELIPE MELO

Primeiro tempo marcado e porrado, mais que jogado. Nilmar foi o melhor, marcando e desarmando, e ainda atacando. Portugal manteve o 4-1-4-1, com Cristiano bastante isolado

9 minutos 2o. tempo – SIMÃO X DUDA

Duda começara o 2o. tempo à esquerda. Melhor mesmo com Simão. Pior para o Brasil, que volta errando mais passes com o criativo meio-campo brasileiro...

30 minutos

27MIN - Brasil mal, muito mal. Dunga dá um chilique. E nós, também. Por que não Robinho no lugar de Júlio Baptista? Meu Pelé...

]

36 minutos – Ramires e Grafite em campo

Brasil jogou para empatar no segundo tempo, Portugal jogou para não perder, e todos perdemos nosso tempo com um pífio futebol

Era o dia para Robinho armar e arrumar o Brasil. Ficou no banco, por ordem do médico, assistindo a uma das piores partidas em Copas do escrete canarinho – por menos que ele tenha honrado o termo “seleção” e a simpática imagem da ave batizada pelo narrador Geraldo José de Almeida. Ao menos o objetivo foi cumprido: classificar-se em primeiro lugar no grupo mais difícil do Mundial. Como era de se esperar, porém, jogando bem menos do que pode. Por responsabilidade maior dos atletas, sempre. Mas, também, pela escolha do treinador que apostou num meio-campo com Gilberto Silva errando todos os passes de Durban, com Felipe Melo brincando de “Mortal Kombat” no primeiro tempo, com Josué jogando menos que Josué, com Júlio Baptista… Bem, com Júlio Baptista armando uma Seleção Brasileira em Copa do Mundo…

Mas houve quem se salvasse. Ao menos por 45 minutos. Nilmar. Nem tanto por aquilo que fez à frente, na dele, no ataque (participou de uma das reles quatro chances brasileiras, bem defendida pelo bom goleiro Eduardo, aos 30 minutos). Mas, muito mais, pela aplicação tática. Roubou mais bolas do que foi desarmado. Impediu o apoio do lateral-direito Ricardo Costa, roubou bola do volante Pepe, e sempre soube encostar em Luís Fabiano, impedindo algumas vezes que o artilheiro brasileiro ficasse tão isolado no torto 4-2-3-1 de Dunga. Ainda mais desajeitado com a má partida de Daniel Alves, com a apresentação apagada de Júlio Baptista, com a passagem tímida de Maicon e Michel Bastos pelas laterais. Em resumo, com a pífia partida do Brasil.

O problema brasileiro em uma das piores partidas da Copa – e na filosofia de jogo do treinador – foi bem detectado pelo jornalista Ricardo Boechat. Quando o jogador da Seleção que mais tenta driblar é o zagueiro Lúcio, e quando o destaque da equipe – além do capitão que só teve um isolado Cristiano Ronaldo para cercar – foi um atacante que jogou como meia e merece ser enaltecido pela aplicação tática na recuperação de bolas é que, de fato, quase nada fez o Brasil.

Sim, Nilmar ainda deu um belo chapéu no primeiro tempo antes de isolar a Jabulani. Mas, além disso, o que se viu de Brasil num time com Gilberto Silva, Josué, Júlio Baptista e Daniel Alves na intermediária? Pouco. Embora ainda seja suficiente para vencer um Mundial medíocre como o clássico lusófono.

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