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Brasil 3 x 1 Costa do Marfim – O Braço de Pelé

por Mauro Beting em 20.jun.2010 às 18:21h

Mais de 84 mil vuvuzelas não conseguiram calar o único grito ouvido num estádio sul-africano. “Luís Fabiano” foi o berro de muita gente encantada pelo gol tão espetacular quanto irregular do artilheiro brasileiro. Um gol que nasceu com uma bola que bateu na mão do Fabuloso, seguiu com dois belos chapéus em Zokora e Kolo Touré, até a matada fatal com o braço. Se os co-hermanos têm “La Mano de Dios” eternizada por Maradona, na vitória sobre a Argentina por 2 a 1, em 1986, os brasileiros têm agora “O Braço de Pelé” de Luís Fabiano, nos 3 a 1 sobre os fortes, bravos e violentos marfinenses. Um gol em parte parecido com o do Rei, o terceiro da final de 1958, contra a Suécia. Mas, este, irregular.

O atacante não vinha vem, como todo o Brasil, até o jogo no Soccer City. Sem gols havia seis jogos, devia bola quase tanto quanto Kaká. E foi justamente a dupla que começou a construir a grande vitória brasileira, aos 24 minutos. Num lance de técnica, velocidade, força e entrosamento. Os anos de São Paulo ajudaram a trama bem feita e entrosada a fuzilar Barry e aliviar a barreira do 4-1-4-1 africano, e a barra de uma atuação até então travada pela força do rival.

O Brasil acertou o pé no Soccer City e fez um ótimo segundo tempo. Manteve-se no 4-2-3-1 que deu liga com bela partida de Kaká. Costa do Marfim, como quase sempre acontece contra o Brasil, mudou o esquea: do 4-3-3 para o 4-1-4-1, mais retraído

O belo primeiro gol nasceu numa tabela inteligente, com Luís Fabiano usando a parte de trás do pé para tabelar com Kaká, para receber à frente e colocar a sinuosa e ingrata Jabulani no devido lugar. Depois, mesmo com Costa do Marfim respeitando demais o Brasil, não usando o 4-3-3 dos outros jogos, ainda assim os espaços eram poucos. Mas Fabiano os buscava. Saía da área, tentava articular com um Kaká mais solto e mais abusado, combinava melhor com Robinho, cada vez mais próximo a ele.

Mas ainda faltava o toque de classe. A mão do destino. Um braço dado com a arte. Um golaço. Digno de um camisa 9 do Brasil. Digno de uma Seleção pentacampeã. Digno de uma Copa do Mundo. Mesmo que o final da partida seja indigno pela pancadaria generalizada, pela inocência e irritação de Kaká, pela infantilidade de Dunga ao não sacá-lo de campo antes de ser injustamente expulso.

Mas numa Copa ainda medíocre tecnicamente, com um Brasil ainda em construção, uma obra de arte de um pé de obra tão qualificado merece ser enaltecido. O Brasil fez na Cidade do Futebol o seu gol mais irregular em Mundiais. E mais bonito, também. Que agora o time seja mais regular. E que jogue um futebol tão bonito e eficiente como em trechos do segundo tempo mais brasileiro do time de Dunga.

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