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COREIA DO NORTE – MANO A MANO

por Mauro Beting em 06.jun.2010 às 16:32h

 

Por posição, esses são os 23 do treinador Kim Jong-Hun

Os convocados. O terceiro goleiro, de fato, é um atacante. O treinador norte-coreano não sabia que era obrigatório chamar 3 goleiros e preferiu apostar em mais um atacante que a Fifa obriga a ser escalado como goleiro.

O treinador quis aumentar o poder de fogo com um atacante e levou fumo. Ele sabia e não sabia o que estava fazendo. Melhorar tecnicamente um elenco sofrível compensa desde que se saiba as regras. Não foi o caso.

Até porque, muito pior que o ataque, apenas o sistema defensivo do nosso primeiro adversário. A rigor, o maior adversário das poucas pretensões dos norte-coreanos.

As bolas no desenho indicam os pontos débeis da equipe. As costas do lateral-esquerdo Ji e o miolo de zaga, sobretudo no jogo aéreo. É impressionante a fragilidade na bolas paradas defensivas. O zagueiro-esquero Ri Kwang é muito desatento -para usar um eufemismo. Pelo chão, também é uma defesa vulnerável, que adora fazer – mal – a linha de impedimento.

Um time que se coloca num 4-4-1-1, com o meia pela esquerda marcando pelo setor, o atacante pela direita do outro lado, o meia-atacante Hong na intermediária, e apenas o "Rooney" norte-coreano Jong no ataque

Os volantes Pak Chol e Kim Kyong não são grandes marcadores, mesmo com imenso esforço. Pak, o número 13, é quem deve acompanhar Kaká. Ele costuma fazer o trabalho mais sujo no meio-campo. Por vezes, quase é o quinto zagueiro, à frente da linha de quatro. Cobre mais o lado direito. Não tem bom passe, mas compensa na vontade.

O 22, Kim Kyong, é um volante mais clássico, um pouco mais técnico. Dá para dizer que sabe jogar, até. É ele quem deverá estar de olho em Elano ou quem vier como meia pela direita brasileira. Mas o maior trampo para ele será compensar a fragilidade do lateral-esquerdo Ji, o número 8. Ele até bate bem na bola, colabora com bons lançamentos para o atacante Jong Tae-Se, o tal do Rooney da Coreia do Norte. Mas, na marcação… É um convite para o Brasil jogar pela direita.

Na outra lateral, Cha tem um bom tiro de longe. Pode até bater de canhota. Mas fica mesmo mais atrás, na marcação. Talvez para compensar a brutal fragilidade de Nam (16), o zagueiro-direito, e Ri Kwang (5), o esquerdo. Eles são fracos por baixo, por cima, pelos lados, por todos os lugares. 

O goleiro titular Ri Myong também não é luva que se cheire. Tem até um bom chute para repor rápido a bola no contragolpe. Mas sofre com a zaga ruim pelo alto, e pouco a ajuda nesse tipo de lance.

Com a bola, é quase um 4-3-1-2: Pak Nam sai bem pelo lado esquerdo, o meia-atacante Hong ganha a companha do versátil e dinâmico Mun caindo mais à frente, pela direita. Mas perigoso mesmo é Jong, o camisa 9

Com a bola, a Coreia faz bons lances em ligação direta, quase sempre iniciada pelo 22, o Kim Kyong. Ou mesmo pelo lateral Ji. O perigo é quando a jogada chega ao forte, rápido e objetivo Jong. Ele ganha no corpo e pega muito bem de direita. A canhota não é tão poderosa, mas é realmente bom atacante.

Alimentado por Hong, o 10, fica ainda mais perigoso. O meia-atacante do Rostov russo sabe pedalar, é inteligente, tem habilidade, e um bom chute. Bate todos os escanteios, faltas e pênaltis com sua perna direita de boa técnica. Sem a bola, ajuda atrás. Com ela, é incisivo. Faz interessante dupla ofensiva. Ou mesmo um trio com a ajuda de Mun. Um tipo tecnicamente limitado, porém taticamente utilíssimo. É um atacante de origem, rápido, pela direita. Sem a bola, ajuda na marcação, roda o campo, e dá boas opções a um time que corre bastante. Mas que não parece ter pernas e gás nos últimos 15 minutos.

QUER VER COMO ELES CHEGAM AO GOL?

coreia do norte_O CONTRAGOLPE NORTE-COREANO

Clique acima e veja o lance mais perigoso do contragolpe da Coreia do Norte, em animação do TACTICAL PAD

QUER VER COMO ELES BATEM ESCANTEIO?

Hong bate todos os escanteios, com o pé direito. O chato do Mun fica à frente do goleiro em todas as bolas.

 

No frigir das bolas, é um time com dois homens de frente perigosos, que sabe contragolpear, e bater bem de longe. Mas é pouco criativo no meio-campo (mesmo sabendo trocar a bola em velocidade), e tem uma defesa frágil, em linha, e exposta por um meio-campo pouco pegador.

Se tomar os devidos cuidados defensivos, o Brasil não se complica.

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