Corinthians 4 x 2 Santos

por Mauro Beting em 30.maio.2010 às 18:45h

 

ADENDO – Pelo tira-teima global, Marquinhos estava 44cm impedido.

Sempre reiterando que mesmo o olho eletrônico é operado por um ser humano falível, que pode não precisar corretamente o momento do passe, 44cm é o suficiente para dizer que o assitente Ednílson Corona estava certo. E eu, pelo tira-teima global, mais uma vez errado.

O que aumenta o mérito corintiano no grande clássico. E aumenta o demérito deste que vos tecla. Peço desculpas a todos os envolvidos.

Abração.

ADENDO 2 – Não pude atualizar antes o blog:

1. Estava em festa de despedida familiar na noite de domingo, porque embarco quinta-feira.

2. Tive de levar o filho mais cedo à aescola.

3. Tive de gravar entrevista com o Felipão para a Rádio Bandeirantes, logo cedo.

4. Tive de gravar a Rádio Lance!

5, Tive de gravar a TV Lance!

6. Tive de apresentar o Beting & Beting, no Bandsports

7. Tive de gravar a chamada do “Crônicas dos Beting”, para o Bandsports.

8. Tive de participar dos programas “Gente”, “Manhã Bandeirantes” e “Esporte Notícia”, na Rádio Bandeirantes

9. Tenho de acabar a coluna de amanhã para o LANCE! até 13 horas.

10. Tenho mais um texto para entregar até 13h.

11. Tenham um pouco mais de paciência os que cobram 24 horas de atualização para quem trabalhar em 12 veículos distintos.

O clássico

 

 

Tudo que o futebol tem foi visto no Pacaembu: provocações, grandes times, erros de arbitragem, golaços, enormes lances, mexidas infelizes, polêmicas, casa cheia, resultado discutível. Mas a liderança incontestável do Corinthians, no BR-10

 

 

Corinthians teve menos chances, mais uma vez. Mas as aproveitou com eficiência e manteve a ponta do BR-10

Santos teve o dobro de oportunidades, pode lamentar um gol mal anulado e o 2º gol rival, mas errou demais

O Timão repetiu o que fizera contra o Fluminense. Foi dominado. Teve apenas seis chances de gol contra 12 do Santos. Mas venceu. E quase disparou uma goleada, no fim de um clássico sensacional.

Mano veio num pouco usual 4-2-2-2. Sem Ronaldo (e com Souza…), melhor optar pela velocidade de Jorge Henrique e Dentinho, com Danilo e o ótimo Bruno César armando pelos lados. Sem Robinho, Dorival deixou Marquinhos flutuando como um segundo meia ao lado de Ganso, com André centralizado e Neymar solto. Mas quem soltou um chute de Bruno César foi o santista Felipe, que Jorge Henrique aproveitou com um minuto. Depois, só Santos. Só não deu empate, aos 27, porque Ednílson Corona marcou impedimento inexistente de Marquinhos.

Felipe e Chicão salvaram grandes lances de um Santos que não voltou tão bem do intervalo. Também porque o Corinthians adiantou a marcação, Danilo e Bruno armaram mais. Ainda assim, André empatou, aos 7, no primeiro ataque santista na segunda etapa. A resposta corintiana não levou um minuto, com Bruno César aproveitando rebote, depois de Edu Dracena ter caído na área, em falta discutível. O Santos sentiu. O Timão cresceu, Ralf fez um lance espetacular, e finalizou com categoria e frieza inesperadas. Como as mexidas de Dorival, que sacou Neymar antes da hora e, aos 37, tirou Edu Dracena para colocar mais um articulador (Zezinho).

A ousadia aos 37 pagou a conta aos 39: Paulinho entrou em diagonal e fez 4 a 1, livre, de cabeça, onde estaria Dracena. Aos 42, Ganso acertou seu único lance no segundo tempo e colocou na cabeça de Marcel pa0ra dar números mais reais ao confronto. Outro em que o Santos jogou muito, mas errou demais atrás. Outro em que o Corinthians contou com o algo mais que o inspira em 100 anos. Algo que não tem explicação. Mas que pode atender pelo nome Corinthians.

A VISÃO DE JOGO publicada na edição do LANCE!

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