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Universidad de Chile 1 x 2 Flamengo (4 x 4 no agregado, 1 gol a mais fora da Universidad)

por Mauro Beting em 21.maio.2010 às 0:59h

 

* Abusando dos chavões, o time chileno jogou como nunca, e não perdeu como sempre – embora tenha caído a invencibilidade. O Flamengo foi desastradamente Flamengo na sua organização na ida, chegou atrasado do próprio estádio, e sai mais cedo da Libertadores. Coberto de erros fora de campo, de esquadro, e dos autos. Uma pena.

* Com 2 minutos, Love perdeu belo lance criado por um Adriano que queria jogo. Como a zaga do Flamengo parece não querer prestar atenção nas bolas levantadas pelos rivais, Logo de cara, teve o troco chileno, bem defendido por Bruno. O caminho de Santiago era pelas costas de Leo Moura e Juan – que atuaram de laterais, não alas; logo, sem um volante para ajudar David e Angelim. A dupla mal conseguiu apoiar. E um meio-campo com apenas Michael para criar parecia pouco, de pronto. Mas a velocidade e a vontade em fazer o que não havia sido feito no Maracanã começaram a mostrar jogo com belos lances. Só que com pouca conclusão.

 

* Se os santistas se sentiram exageradamente cutucados pelo presidente gremista, era de se esperar que o maldosamente chamado “Império do Colesterol” desse a resposta ao corpo docente da Universidad. Desde a primeira bola, Adriano mostrou o que deveria ter mostrado antes a Dunga; Vágner também estava cheio de amor e futebol para dar, marcando os rivais até na defesa; Kleberson demorou a enconstar no trio ofensivo. E havia como, já que o bom Montillo pouco organizava o amuado time chileno. Aos 36, foi dele o melhor momento, mandando no travessão de Bruno. Porém foi pouco: Leo deu o troco aos 41, num sem-pulo espetacular.  E quando o empate até não era ruim pelas circunstâncias, Love fez o gol que deixava a apenas um a classificação, aos 45, depois de uma bicicleta de Adriano que sobrou para o goleador tocar com categoria. Um belo gol para dar moral e esperança.

 

* Com Pet no lugar de Michael, o Flamengo não perdeu velocidade, nem contundência. Mas o sérvio perdeu grande chance de gol, aos 6 minutos. Seria o da classificação. Como a cabeçada de Adriano, aos 13. No chão ou pelo alto, o time carioca parecia mais forte. Capaz da proeza de se classificar depois da lambança do Maracanã. Mas incapaz de marcar o Montillo artilheiro, que fez um lance sensacional e tocou para encerrar com o sonho rubro-negro e com a conversa. Um golaço do melhor time no confronto, aos 27.

 

* Mas se o golaço em jogadaça individual de Montillo foi lindo, a sensacional tabela de calcanhares de Adriano e Leo Moura foi ainda melhor, no gol da vitória por 2 a 1. Eram 32 minutos. Ainda era possível, mesmo com um a menoss (Willians, aos 44). Mas não foi. Pelo discutível critério do gol marcado fora de casa. Pela indiscutível loucura do futebol. Por indiscutíveis erros rubro-negros em 2010. Alguns deles repetidos desde 2009.

 

 

 

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