Santos 3 x 1 Grêmio (6 x 5 no agregado)

por Mauro Beting em 20.maio.2010 às 0:00h

 

Hoje é dia ainda mais cheio que uma quinta-feira normal. Tem “Jogo Aberto”, com Renata Fan, para falar da final da Liga dos Campeões, na Band, com Téo José, no sábado. Tem gravação todo o restante do dia de um jogo que não posso abrir – ainda. Perdão, santista e gremista. Ainda não deu para escrever o tanto que queria de mais um jogo sensacional.

Mais uma partida santista na emoção de um time que não se cansa de querer jogar bonito contra um Grêmio que não se cansa de querer jogar. Teve grandes chances de liquidar o primeiro tempo e a fatura, mesmo com as reclamações santistas quanto ao apito. Mas quando mudou pouca coisa no jeito de jogar, como abaixo explica ANDRÉ ROCHA, do blog Olho Tático, no globo.com, voltou a ser Santos. Com um gol de Ganso de Ganso, com um gol de Robinho de Robinho, e até com um gol dessas feras todas de Wesley. Selando um 3 a 1 nervoso como qualquer jogo contra um enorme rival como o Grêmio. Fazendo história como esses meninos que falam pela bola – embora, pro vezes, se percam desnecessariamente respondendo pela boca ao final das tantas vitórias.

O veterano Léo não precisa em todo final feliz de jogo – e eles parecem histórias de ninar os sonhos santistas – mandar recados para presidentes adversários, radialistas e o Mossad. Só joga o seu lindo jogo, Santos. Ninguém sabe jogar e vencer melhor – dentro de campo – que este antológico Santos. Mas é um time com alguns jogadores que não têm sabido vencer.

MELHOR ESCREVE ANDRÉ ROCHA

O golaço de Robinho em lindo toque de cobertura começou a definir o triunfo santista por 3 a 1 sobre o Grêmio na Vila Belmiro em um mais um jogaço saturado de eletricidade nas semifinais da Copa do Brasil.

 

Mas foi a mudança de posicionamento do camisa 7 que fez o jogo do time mandante fluir na segunda etapa e desequilibrar a marcação adversária.

 

No primeiro tempo, Robinho foi o meia pela esquerda que tentou armar o jogo com Ganso e não permitir que o time de Dorival Jr. perdesse o meio-campo com um homem a menos. Porém, ao igualar o 4-2-2-2 gremista, o Santos embolou seu jogo e ficou ainda mais nervoso, errando passes em profusão e armando os contragolpes do oponente.

 

O golaço de Robinho em lindo toque de cobertura começou a definir o triunfo santista por 3 a 1 sobre o Grêmio na Vila Belmiro em um mais um jogaço saturado de eletricidade nas semifinais da Copa do Brasil.

 

Mas foi a mudança de posicionamento do camisa 7 que fez o jogo do time mandante fluir na segunda etapa e desequilibrar a marcação adversária.

 

No primeiro tempo, Robinho foi o meia pela esquerda que tentou armar o jogo com Ganso e não permitir que o time de Dorival Jr. perdesse o meio-campo com um homem a menos. Porém, ao igualar o 4-2-2-2 gremista, o Santos embolou seu jogo e ficou ainda mais nervoso, errando passes em profusão e armando os contragolpes do oponente.

Após o intervalo, Dorival rearmou o 4-3-3, com Robinho e Neymar pelos flancos, espaçando a marcação do time de Silas e deixando a articulação para quem sabe: Ganso cresceu demais na partida, fugiu do cerco de Adílson e William Magrão e abriu o placar num fantástico chute de videogame que encheu time e torcida de confiança, ao mesmo tempo em que desanimou um Grêmio que percebeu muito rápido que a chance de garantir a vaga foi desperdiçada nos primeiros 45 minutos.

 

A pintura do ponta-direita Robinho em lance iniciado por ele mesmo e que contou com a bela assistência de André só não definiu o confronto porque o goleiro Felipe falhou grotescamente e Rafael Marques empurrou para as redes e deixou a Vila temerosa de mais uma virada do tricolor gaúcho. Porém, mais inesgotável que o Grêmio é o fôlego de Wesley, que arrancou aos 40 do segundo tempo como se fosse o primeiro pique da temporada e marcou o terceiro golaço da noite.

 

MELHOR ESCREVEU ANDRÉ ROCHA

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