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Estudiantes 2 x 1 Internacional (2 x 2 no agregado, 1 gol fora Inter)

por Mauro Beting em 20.maio.2010 às 23:40h

 

Em 1975, o gol iluminado de Figueroa, contra o Cruzeiro, deu o primeiro título brasileiro ao Internacional. Só havia um raio de luz no gramado do Beira-Rio. Exatamente onde subiu a bandeira chilena para sacramentar a vitória colorada. Um gol inspirado, inusitado, ensolarado.

 

Em 2010, na Argentina, os sinalizadores pincharratas começaram a invadir a meta à esquerda das câmeras de televisão. Celebravam nos minutos finais do jogo suado a classificação para a semifinal do campeão da Libertadores. Em 2 minutos, entre os 18 e 20, dois golaços dos Estudiantes encaminhavam a classificação argentina. Verón enfeitiçava o rival, encantava a bola, e dominava os tempos de jogo. Mesmo com grande chance perdida pelo ótimo Walter, aos 38, tudo parecia perdido. Como eu, honestamente, já imaginava contra o Banfield. E mais ainda contra o Estudiantes.

 

Mesmo com a qualidade do elenco do Inter, mesmo com a glória recente na competição, mesmo com aquele uniforme branco de tanta história, parecia que não daria. Os não poucos erros táticos, técnicos e do técnico pagavam as contas contra um belo rival. Apoiado por impressionante torcida. Que aos 42 começou a soltar fogos, a gritar ainda mais forte, e a nublar os sonhos gaúchos.

 

Aos 42min50s, a TV brasileira mostrou a goleira do bom Orión. Quer dizer, o que deveria ser a meta da equipe de La Plata. Era só uma fumaça branca. Inexplicável como a fumaça negra de “Lost”, aquela que traga tudo e todos na ilha perdida. Mas aquela é obra de ficção, e das boas. Esta fumaça branca é outra coisa. Coisa de sinalizador. Um sinal. Por mais magnífica e imaginativa que fosse, essa não se perdeu. Só fez ganhar um jogo perdido. Ou mesmo perder um jogo que ainda foi vitória, ainda foi classificação. Ainda foi mágica.

 

Porque Walter abriu pela esquerda, serviu Andrezinho por dentro, e este colocou com categoria por trás da zaga, à direita, para Giuliano bater cruzado. A bola passou pelos rolos de fumaça e entrou mansa no canto direito. Quem viu alguma coisa mal conseguia enxergar pela TV. Mal conseguia acreditar. Bem pôde berrar.

 

Foi o gol da classificação. Da mais gostosa derrota colorada. Um gol esfumaçado. Um gol branco como o uniforme colorado em 2006. Como a bandeira branca que se estende a Fossati.

 

Nem vou falar das muitas questões táticas em aberto, da baixaria entre as equipes ao apito final. Isso tudo é cortina de fumaça. Isso tudo se viu. Mas é melhor guardar na alma aquelas coisas que mal se viram, e se perdem nas brumas. Inexplicáveis como um gol aos 43 minutos – o mesmo minuto da obra de Sorondo, no Beira-Rio. O tempo do gol de todos os tempos de Giuliano.

 

 

 

 

  

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