Zero Vasco, zero Palmeiras, zero futebol

por Mauro Beting em 16.maio.2010 às 15:57h

 

A ótima notícia para vascaínos e palmeirenses – foi só zero a zero, e cada um ganhou um ponto imerecido.

 

A péssima – faltam 36 jogos até o final do BR-10.

 

A única coisa realmente boa do sofrível embate entre o homem e a bola foi o apito final. Já vi empates sem gols e sem futebol com menos oportunidades. Mas raras vezes vi tão pouco de Vasco e Palmeiras num campo de jogo.

 

Era para chorar. Para se preocupar.

 

Em respeito às torcidas e aos clubes, poupo maiores considerações técnicas de um jogo com técnica zero, tática pouco acima disso, e um futebolicídio de entorpecer.

 

Melhor rir que chorar.

 

Vale ler um pouco do que se viu no twitter, incluindo alguns comentários do meu fake na comunidade. Um fake “oficial”. Mas falso.

 

@daniel_lameira Os jogadores do Vasco e do Palmeiras deveriam ser obrigados a assistir ao VT desse jogo.

 

Se este jogo não terminar 0 x 0, será uma injustiça maior que a derrota do Brasil em 1982 – aos 34 do segundo tempo.

 

Irritar RT @prado1208 @mauro_beting vc saberia me responder qual a função do Marcio Araujo em campo?

 

Caíque acaba de acertar, digo, errar o pior chute da história do Vasco.

 

Vantagem do Vasco em relação ao Palmeiras é que time carioca sabe para que serve o retângulo branco no fundo do campo do rival

 

Jogo em HD. É o desperdício tecnológico.

 

Vasco x Palmeiras jogam como se estivessem num campo empoçado. Mas teria alguma graça se o gramado estivesse imprestável.

 

Jogo recomeça melhor no segundo tempo. Afinal, ele já está mais próximo do final.

 

Em Sao Januário, 25 minutos do 1o. tempo, a maior vocação para um 0 x 0 desde que tentei convidar a Gisele Bündchen para jantar.

 

Vou fazer algo mais legal que Vasco x Palmeiras… Deixa pegar meus livros de física… Não! Benhê, vamos na sua mãe ver o Programa do Gugu?

 

Em São Januário, se persistirem os sintomas, um médico deverá ser consultado [aos 20 minutos]

 

Excelente jogo em São Januário – em 16 de maio de 1950. [aos 15 minutos]

 

 

Não é para rir. É para se preocupar.

 

 

 

 

 

 

 

 

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