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Grêmio 4 x 3 Santos

por Mauro Beting em 13.maio.2010 às 0:42h

 

Jogo com o Santos, em 2010, é um festival de futebol e gols. Fato.

 

Jogo do Grêmio, desde 1903, é uma aula magna de superação. Feito.

 

Copa do Brasil, desde 1989, é isso que fez o Tricolor no segundo tempo. Fácil.

 

Futebol brasileiro, desde Charles Miller, é o que joga Ganso. Fato.

 

Facilitar a vida do rival é o que fez em dois lances Rodrigo Mancha, no segundo tempo. Difícil…

 

Facilitar a vida do Santos é dar o espaço que o Grêmio deu em muitos lances e momentos da partidaça. Mais difícil ainda…

 

Dar qualquer prognóstico do que será outro sensacional clássico na Vila é ainda mais complicado. O Santos de 2010 é o mais encantador time destes trópicos. Mas o Grêmio de sempre é o mais indescrítivel espírito em mata-mata. Um ás de Copas.

 

Só sei que uma coisa não se erra. O cara que deu o segundo gol a André. O cara que deu a cavadinha que explodiu no travessão de Victor, ainda no primeiro tempo. O cara que achou o peito de Robinho no terceiro gol santista, essa cara não se acha na esquina. E pena que peito não teve Dunga para levá-lo onde estará em 2014. E 2018. Onde já deveria estar Ganso, na África do Sul.

 

Crime lesa-bola. Ou lesa-pátria, como tanto preza Dunga.

 

Um cara que joga o que jogou Ganso, no Day After da não-convocação, é mais que diferenciado. É imprescindível. Ou era. Porque alguém erra na CBF.

 

Porque na Era Dunga 2 – Reloaded, por ora, Ganso está de fora.

 

(E eu que havia prometido não vuvuzelar. Perdão, Dunga. Mas é que o Ganso, no Olímpico, foi tão imperdoável quanto o Grêmio. De novo).