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Cruzeiro 0 x 2 São Paulo

por Mauro Beting em 13.maio.2010 às 0:32h

 

Na semifinal da Libertadores-05, sem Grafite (machucado), o São Paulo trouxe Amoroso, que estava acertando com o Albacete, da segundona espanhola. Em cima do laço acertou com o Tricolor. E o São Paulo acertou ainda mais. Num jogo dificílimo, a partida de ida contra o River Plate, quando tudo parecia perdido, Danilo fez um belo gol, aos 31 do 2o. tempo. Aos 46, Rogério Ceni fez 2 a 0, de pênalti. A brilhante vitória na volta, em Núñez, encaminhou o tricampeonato, conquistado com empate no Beira-Rio contra o Atlético-PR, e a goleada no Morumbi.

 

Muito por mérito de Amoroso, que reeditou dupla histórica com Luizão, de saudosa memória bugrina, em 1994. Amoroso foi um achado tricolor, campeão do mundo em 2005. Mais um veterano histórico. Como também foi a estreia de Fernandão, no Mineirão. Havia três anos que ele não era Fernandão. Fernandão ainda sofreria um pênalti não marcado aos 27, quando o assistente erradamente marcou um impedimento dele, antes de ser derrubado por Fábio.

 

Fernandão foi o Amoroso de 2005. Como Júnior César, aos 29, salvou gol certo de Guerrón, que bateu bola que Richarlyson salvou na garra, e o lateral-esquerdo tricolor salvou sobre a linha como Ronaldo Luís salvara sobre assim um gol certo do Barcelona, no Mundial de 1992. Como o mesmo lateral-esquerdo, em 1993, salvou outra bola sobre a linha fatal, em Assunção, na semifinal do bi, contra o Cerro Porteño. Bola que fez Júnior César sair de campo pelo desgaste muscular no lance. Bola que, ao não entrar, pode entrar na história tricolor.

 

Como outra bola que não entrou, aos 38. Quando Roger (que poderia ter entrado antes, até mesmo desde o início, no lugar do Gilberto dileto de Dunga), chutou numa trave, a bola reboteou na outra, e não entrou. Como tudo sempre parece dar mais que certo ao São Paulo. E, desta vez, não ao Cruzeiro. Mesmo mantendo o 4-3-1-2 e a base do melhor brasileiro na Libertadores-10 (nas minhas palavras, e também nas de Ricardo Gomes e Rogério Ceni). Mesmo chegando bem à frente com Thiago Ribeiro e Kléber. Mas menos do que nos jogos anteriores. Bem menos que o necessário para vencer o São Paulo em noite de São Paulo na Libertadores.

 

O que antes era Cruzeiro, agora virou. O time mineiro parecia mais favorito que era em 2009. Agora, só se voltar a repetir páginas gloriosas. Mas, para isso, é preciso que o São Paulo não seja tão São Paulo como foi no Mineirão.

 

 

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