Nacional-URU 0 x 3 Cruzeiro (1 x 6 no agregado)

por Mauro Beting em 05.maio.2010 às 22:29h

 

Foi uma goleada em 180 minutos. Foi uma superioridade absoluta em dois jogos contra um rival de história, alguns bons jogadores, mas muito longe da qualidade atual, da tradição semelhante, e do momento celeste. O melhor brasileiro na Libertadores.

 

O Cruzeiro jogou à vontade, num campo inóspito, e com a categoria de Thiago Ribeiro, em fase iluminada, com e sem a bola. O atacante tem feito gols como poucos, e ajudado na contenção como raros. O melhor da grande partida mineira foi que o time marcou como nem sempre tem executado com Adilson, e mesmo antes dele.

 

A passagem de Jonathan e Diego Renan pelos lados, com a guarida do regularíssimo Henrique e do recuperado Marquinhos Paraná, também ajudou a recuperar Gilberto na criação. São três volantes, sim. Mas passaram sempre os laterais. E mesmo Fabrício, vindo de trás.

 

Contra o São Paulo, é outra história, tradição e qualidade. Mas, hoje, o Cruzeiro é favorito. Pelo que joga. E pelo pouco que tem jogado o Tricolor.

 

 

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