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Libertadores – última rodada

por Mauro Beting em 23.abr.2010 às 15:14h

 

INTERNACIONAL 3 X 0 DEPORTIVO QUITO – A melhor partida colorada em 2010. Melhor ainda pelo belo terceiro gol (Giuliano) ter colocado o campeão argentino Banfield como rival em vez do vice da Libertadores – Cruzeiro. Não é ainda o momento de cruzar com rivais tradicionais. Melhor o Banfield. E será melhor se o desempenho obtido contra o frágil time equatoriano for repetido. Quando Fossati soltou Nei e Kléber pelos lados, teve melhores respostas dos volantes Sandro e Guiñazú. e contou com o inspirado Andrezinho marcando belo gol com 3 minutos, dando a velocidade e qualidade que vinham faltando ao Inter. Talvez seja melhor mais um jogo começando com Andrezinho. Há como discutir se o companheiro dele pode ser D’Alessandro ou Giuliano. Mas não há como se animar um pouco pela atuação. O Inter está de volta. Ao menos por 90 minutos.

 

CORINTHIANS 1 X 0 INDEPENDIENTE MEDELLÍN – O grupo mais fraco da Libertadores facilitou a vida alvinegra na segunda fase da Libertadores. Mas o azar dos diabos o coloca contra o campeão brasileiro (ainda que vivendo dias ruins dentro e fora de campo). O Corinthians não merecia já enfrentar o Flamengo. O Flamengo até merecia pior sorte. Mas o vencedor do confronto seguirá ainda mais forte para brilhar na Libertadores. Como, uma vez mais, não o fez o Corinthians contra o modesto rival colombiano. Se a competição não é para jogar lindo, um pouco mais o Timão poderia fazer. O passe continua ruim. A criação depende mais das qualidades individuais. Ronaldo está muito distante do ideal. Mas uma classificação anima e confia ainda mais.

 

FLAMENGO 3 X 2 CARACAS – O segundo gol venezuelano é daqueles de emoldurar os sonhos e de fazer o Hugo Chávez discursar por 17 horas em cadeia nacional. E mais um pretexto para discutir tudo na Gávea, até as coisas indiscutíveis: Adriano está devendo demais; Andrade não está acertando a mão; o time não acerta o pé dentro da área; a direção segue ainda mais desgovernada. Um grupo de rivais de pouca técnica causou muitos estragos, que podem ser irreversíveis contra o Corinthians. Mas, se conseguir superar o rival, é um outro Flamengo. Ou o de sempre. Não essa equipe ainda nervosa, com falhas bizarras na defesa, com poucos acertos táticos, com uma má forma deformada pelo diz-que-diz, joga-não-treina.

 

SÃO PAULO 1 X 0 ONCE CALDAS – Ricardo Gomes é excelente pessoa. Conhece futebol. Trabalha sério. É inteligente. Mas, por vezes, faz escolhas que poderiam ser evitadas contra os inevitáveis coros de “burro!”. Tricolor vencendo um bom Once Caldas por 1 a 0, gol de Fernandinho. Quem é sacado com 12 minutos, no meio da pressão rival? O autor do gol: Gomes planta dois volantes à frente da área, tira um atacante numa linha de frente já centroavante (o esquentado Washington), e toma ainda mais pressão. Quando recoloca o São Paulo mais à frente, num 4-2-1-3, com Marlos e Dagoberto pelos cantos, Washington no comando, o São Paulo reequilibra o jogo, mantém a ponta, e pega uma relativa moleza contra o Universitário peruano. Ainda não é confiável o time e o treinador tricolor. Mas como tudo costuma dar muito certo ao clube em tudo, a sorte é preta, branca e vermelha (como a orelha de Gomes).