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Botafogo 2 x 2 Flamengo

por Mauro Beting em 22.mar.2010 às 8:54h

 

ESCREVE ANDRÉ ROCHA

http://blogs.abril.com.br/futebolearte

Os desfalques de Léo Moura e Juan pelo Flamengo e de Loco Abreu, além de Jancarlos, no Botafogo obrigaram as equipes a mudar suas principais características e se adaptar às alterações nos estilos de jogo. Com um erro de arbitragem que terminou em gol para cada lado, o sétimo empate em 2 a 2 nos últimos vinte clássicos fez justiça à partida e manteve a dupla na liderança de seus grupos na Taça Rio.

 

Sem os laterais titulares, Andrade apostou na técnica e experiência de Petkovic na vaga de Vinícius Pacheco para municiar Love e Adriano pelo centro. Mas o treinador esperava que Everton Silva e Rodrigo Alvim participassem mais do jogo com o auxílio de Willians e Kléberson, os volantes pelos lados no 4-3-1-2 arquitetado pelo treinador. Depois de pressionar sem penetração e afunilar as jogadas durante os primeiros cinco minutos, o time rubro-negro foi encaixotado pela boa marcação alvinegra e deu o contragolpe com bolas perdidas em sequência.

 

Sem a referência na frente para os cruzamentos, o Bota, novamente no 3-2-3-2, apostou na velocidade de Herrera e Caio para cima de Álvaro e Fabrício, que sofreram sem a devida cobertura dos laterais reservas. A dupla de ataque desperdiçou duas chances até Lúcio Flávio ser derrubado por Everton Silva na entrada da área e o árbitro Wágner do Nascimento marcar o pênalti que Herrera cobrou por baixo do corpo de Bruno aos 16.

 

Quatro minutos depois, Adriano empatou concluindo bela jogada de Kléberson pela direita, na primeira incursão pelo setor do campeão mundial de 2002 que ainda não sabe se é meia ou volante no esquema tático do Fla 2010. Após a parada técnica, Toró voltou colado em Caio, Willians ficou mais plantado e Kléberson foi liberado em definitivo para criar com Pet. Aos 26, segundos após Love chutar para fora com perigo, Everton Silva recebeu de Adriano, mas bateu torto.

 

Com a marcação novamente acertada, o Botafogo teve o domínio nos últimos dez minutos e poderia ter ficado em vantagem se a cobrança de falta de Lúcio Flávio, o grande destaque alvinegro na primeira etapa, não batesse no pé da trave esquerda de Bruno e o goleiro do Fla não fizesse linda defesa em cabeçada de Antônio Carlos.

 

O Flamengo voltou melhor do intervalo e poderia ter feito o segundo logo no primeiro minuto em cobrança de falta de Fabrício que desviou em Fahel e Jefferson espalmou no reflexo. Os comandados de Joel novamente equilibraram a partida com forte marcação e Herrera aproveitou a falha de posicionamento da zaga e o bom cruzamento do improvisado Somália pela direita aos nove para colocar o Bota novamente à frente no placar.

 

Love acertou na trave fantástico voleio completando mais um cruzamento de Kléberson pela direita aos 13. A saída de Somália contundido três minutos depois foi a senha para o Botafogo recuar além da conta. Com o substituto Fabio Ferreira na zaga, Fahel no meio-campo e Sandro Silva na ala direita, o campeão da Taça GB se entrincheirou e atraiu um time que precisava de espaço para forçar pelo meio.

 

As entradas de Ramon e Pacheco nos lugares de Kléberson e Petkovic deixaram o meio-campo mais dinâmico. Com Angelim, que substituiu o lesionado Álvaro, ajudando Alvim pela esquerda, o Fla se lançou à frente com tudo. Edno, que entrou na vaga do exausto Lúcio Flávio, não conseguiu puxar os contragolpes e Eduardo, substituto de Fahel, afrouxou o combate no meio botafoguense.

 

No “abafa”, Love desperdiçou três boas oportunidades, as duas últimas já nos acréscimos. Aos 48, quando nova derrota parecia sacramentada, Adriano salvou o Flamengo, curiosamente numa bola aérea, arma alvinegra no primeiro turno. Mas a falta cobrada por Everton Silva na cabeça do Imperador não aconteceu. Por isso o protesto de Joel, que esqueceu o pênalti inexistente que beneficiou sua equipe no primeiro tempo.

Com o retorno dos titulares, é dever de Andrade definir de vez o desenho e a formação do meio-campo que trava a produção do time. Assim como Joel Santana precisa manter sua equipe concentrada na competição, não recuar tanto com vantagem no placar e alternar as jogadas trabalhadas no chão com os cruzamentos para Abreu.

 

No Engenhão vazio, os times até se viraram bem com as mudanças e fizeram ótimo jogo. Mas é preciso progredir para sonhar com coisas melhores na temporada.

 

 

ESCREVEU ANDRÉ ROCHA

http://blogs.abril.com.br/futebolearte