Barcelona 4 x 0 Stuttgart

por Mauro Beting em 17.mar.2010 às 18:47h

 

* No meu (sic) perfil fake no twitter, @mauro_beting, o caro Rogério Jovaneli disse que faltou no meu novo livro uma seleção histórica: o Barcelona de Guardiola. Fato.

 

* Desde a estreia do jovem treinador no Camp Nou, o Barça soube aproveitar o melhor da escola catalã-holandesa de futebol incisivo, abusado, de intensa movimentação, troca de bola e posições, e irrefreável vocação ofensiva. O que se viu no magro 4 x 0 diante do Stuttgart foi um pouco desse tudo que se vê no clube desde a chegada de Rinus Michels, em 1971.

 

* O Stuttgart até tentou repetir o ótimo primeiro tempo em casa. Mas parou ali. O Barça não só joga. Não deixa jogar. E ainda quer jogo. Marca à frente, marca muitos gols. No quarto final do espetáculo, Pepe escalou Messi atrás de Pedro, Ibrahimovic e Henry, com Yaya Touré e Iniesta marcando e ainda jogando. Um show. Inesgotável. Insaciável.

 

* Messi. Deixei para falar por último. Porque este é um excepcional time de futebol. E ainda tem um excepcional Messi. Nos últimos 18 jogos, 20 gols marcados. Quase todos golaços. Nas últimas quatro partidas, oito gol anotados – idem. Média de centroavante. De craque. De um gênio que, para tanto, só precisa acertar o pé pela seleção de Maradona. Que sabe muito bem o que é isso.