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Santos 3 x 4 Palmeiras

por Mauro Beting em 14.mar.2010 às 19:39h

 

Isto é futebol

 

 

O Santos fez dois gols em meia hora, o Palmeiras empatou em um minuto e meio, e virou no final com um golaço de Robert, num jogo digno da história dos dois gigantes

 

Em março, o rival vinha de sete goleadas seguidas e encantava. O Palmeiras entrava em campo em fase irregular. Imaginava-se de quanto seria a goleada sofrida. E ela foi um show de gols. Mas a favor do Verdão. 4 x 3. Igual ao Rio-São Paulo de 2002, quando o Palmeiras ganhou do São Paulo no Morumbi por 4 x 2, com o golaço dos chapéus de Alex.

O Santos começou no mesmo 4-2-1-3 dos últimos jogos: com Arouca na cabeça da área, Ganso e Marquinhos armando, Robinho em cima de Armero, André por dentro, e Neymar para cima de Eduardo. O Palmeiras batia mais que jogava. O estreante Ewerthon sentia a falta de ritmo. Diego Souza atuava mais atrás para tentar ganhar o jogo no meio. Mas o golaço de Pará, aos 9 minutos, que acertou no ângulo uma bola que admitiu cruzar, desmoronou o Palmeiras. O Santos marcava direitinho e explorou o contragolpe. Num deles, bela enfiada de Ganso deixou Neymar sozinho para quase se atrapalhar com a bola, e ainda assim ampliar, aos 30 minutos.

Aos 34, o Santos reclamou de uma mão na bola de Pierre, na área. O Palmeiras parecia rezar para acabar o primeiro tempo. Até Robert cabecear sozinho uma falta cobrada por Cleiton Xavier, aos 40. Um minuto e 28 segundos depois, primeiro bom lance de Diego Souza para Armero (em grande jornada) passar para Robert empatar.

Antonio Carlos voltou com Márcio Araújo na lateral no lugar do amarelado Eduardo, e mudando o lado de Edinho, para evitar que fosse expulso. O Palmeiras era mais perigoso e virou em jogada ensaiada de bola parada, complementada por Diego Souza.

O Santos foi à frente, aos 18, com Maranhão pela lateral, Madson articulando por Marquinhos. O Palmeiras se fechou com novo estreante (Lincoln), armando o time no 4-2-3-1, com Robert na frente. O Santos martelou e empatou aos 35, em mais uma bela enfiada de Ganso para Madson.

No minuto seguinte, Neymar deu sem bola em Pierre e foi expulso. Aos 42, deu bobeira em Arouca, que perdeu o lance e o jogo. Na raça, Lincoln retomou e serviu Robert, que acertou o ângulo de Felipe. Nem a expulsão de Leo deu jeito no Santos, que foi aplaudido ao final do grande clássico. Como o Palmeiras mais uma vez merece ser louvado por outra fantástica recuperação.