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Neymar é um artista. E foi arteiro

por Mauro Beting em 01.mar.2010 às 0:49h

Neymar é demais. Um senhor jogador. Já é. E será ainda maior. Também pela irreverência irresponsável. Coisa de menino. De moleque. Do craque que será.

Daí a poder fazer tudo que der na telha (incluindo um chapéu com a bola parada só para irritar o já irritadiço por demais rival) é um pouco demais. Até para preservá-lo.

O chapéu em Chicão com a bola já parada foi maravilhoso. Uma delícia para quem gosta de futebol. Um inefável prazer para o santista. Uma afronta para o corintiano. Dalai Lama teria tido a reação do zagueiro Chicão, que empurrou o excelente insolente pela atitude moleque. No bom e no mau sentido.

Tudo a favor do talento de Neymar e de poucos outros.

Tudo contra apimentar ainda mais um clássico já elétrico. Em nome da integridade física de Neymar. Em nome da segurança pública no estádio.

É muito diferente chapelar com a bola rolando e com a bola parada.

Neymar conseguiria dar um chapéu em qualquer zagueiro com a bola rolando. Mas não foi o caso.

Tanto quanto prosseguir um lance já parado, e com o cartão amarelo já tomado, logo depois. Tivesse agido como manda a regra (não necessariamente o bom senso, e o ótimo gosto), o árbitro José Henrique de Carvalho teria expulso Neymar pelo segundo amarelo. O Santos teria sofrido mais do que sofreu na segunda etapa, quando, mesmo com dois a mais, teve menos oportunidades que o Corinthians.

E a já contestada arbitragem (que não decidiu o clássico, dever frisar para quem não quer ler) seria ainda mais polêmica.

Para não deixar dúvida para aquela gente que não quer entender: defendo tanto quanto qualquer um o jogo lindo, efusivo, esfuziante do Santos-10 e de qualquer time que queira jogar bonito.

Mas jogar com arte é diferente de fazer arte. Neymar é um artista. Mas, no lance contra Chicão, foi apenas arteiro.

Como Edílson, nas célebres embaixadas da final do SP-99.

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