São Paulo x Monterrey. Tricolor!

por Mauro Beting em 10.fev.2010 às 11:35h

* O São Paulo seria favorito na estreia na Libertadores se o Monterrey viesse completo. Sem sete titulares, e mesmo com Val Baiano (ou Bal Vaiano), o veterano Arellano no meio, e o ótimo goleiro Orozco, não é páreo. Jogue não tão bem como atuou contra o Santos, em Barueri, jogue com o habitual espírito de Libertadores tricolor, sempre presente desde 2004.

* Em comum entre as equipes, apenas um gigantesco ídolo. O verdugo uruguaio Pedro Rocha. Ele que foi São Paulo de 1970 a 1978, encerrou a carreira no clube mexicano em 1980. Um dos maiores que vi jogar. Pela garra charrua e, sobretudo, pela técnica espetacular. Craque. Para não dizer gênio. Em 1966, em Wembley, contra a Inglaterra, com apenas 23 anos, deu um chapéu (de costas!) em Bobby Moore, e quase fez um golaço de sempulo. Um monstro.

* Cicinho joga fácil em qualquer time brasileiro. E, pelo que aprendeu na Europa, pode atuar como lateral, não apenas como o excelente ala de 2004-05 do São Paulo.

* No LANCE! de hoje desenho um esquema possível para o Tricolor com o novo e ótimo reforço. Pode ser um 3-4-2-1, com Alex Silva (quando recuperado), Xandão e Miranda; Cicinho, Hernanes, Jean (Richarlyson) e Jorge Wágner; Dagoberto e Marcelinho Paraíba; Washington.

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    BalVaiano é ótimo! só que como sãopaulino, o tal espírito acabou em 2006, quando Muricy colocou seu time em campo, não o São Paulo tri da América e tetra do Brasil. Xandão merece ser titular, como é díficil abandonar os três zagueiros com Alex na direita e Miranda na esquerda, que deveria ir para a África. Assim, quando tiver Richarlyson por dentro, Alex pode ir por fora, com Cicinho e Jorge por dentro, em linha de quatro atrás. Acho que o Jean é o melhor marcador do elenco, agora voltamos a ter estabilidade com ele à frente da defesa e liberando bem Hernanes para jogar com Cléber Santana e Jorge. E possívelmente, no mata-mata da Libertadores, entrem no “dois” do 3-4-2-1 Fernandinho e Fernandão – como teriam certamente entrado em outros números os acéfalos Oscar (que lembra muito os embróglios deTardelli no início da carreira do atacante e deve ter jogado fora a última chance) e Diogo, e não muito tempo depois, também o Piazon