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Preços de ingressos – uma tese

por Mauro Beting em 15.dez.2009 às 8:15h

ESCREVE JORGE EDUARDO SCARPIN

Doutor em Contabilidade e Controladoria pela USP e docente do curso de Doutorado em Ciências Contábeis e Administração da Universidade Regional de Blumenau – FURB.

http://professorscarpin.blogspot.com/

Existe uma máxima em economia de que, quanto menor o preço de um produto, maior a sua quantidade vendida. Entretanto, esta lógica é maior ou menor, ou até inexistente, dependendo do produto pois existe um segundo conceito econômico, menos explorado que é a elasticidade da demanda. Basicamente, este conceito diz que, existem produtos muito elásticos (quantidade vendida responde de maneira forte a uma variação de preços) e produtos menos elásticos ou até inelástico (quando a quantidade vendida guarda pouca ou nenhuma relação com o preço de venda).
No futebol, muitas vezes se faz promoções para lotar os estádios e, na maioria das vezes, funciona. Entretanto, isto funcionaria para o campeonato todo? Novamente aqui vamos usar a técnica de regressão linear que, basicamente, mostra a relação existente entre duas ou mais variáveis, neste caso, variáveis preço do ingresso e público médio.

Bem, as notícias aqui não foram muito boas. Nem na Série A, nem na Série B, foi encontrada a relação desejada. Pelo contrário, foi encontrada uma relação inversa, ou seja, quanto maior o preço dos ingressos maior o público médio.
Na Série A a relação foi de 854, ou seja, um aumento de R$ 1,00 no preço dos ingressos levaria 854 torcedores A MAIS aos estádios. Na Série B a relação foi menor, mas ainda positiva em 584.
Por que isto acontece? Será que a lógica econômica não funciona para os clubes de futebol? Engano. A análise aqui foi dos 20 times em conjunto (tanto na Série A quanto na Série B), ou seja, o Corínthians, por exemplo, mesmo cobrando um ingresso médio de R$ 32,57 vai levar mais público aos estádios do que o Barueri que cobra apenas R$ 17,31, simplesmente porque tem uma torcida maior, e uma torcida que se dispõe a pagar mais para assistir ao seu time jogar.
Se isto existe, por que a lógica de se querer tabelar o preço dos ingressos? Cada clube deve ter consciência do seu “nível ideal de preços”, ou seja, quanto seu torcedor está disposto a pagar para ver seu clube pois, não adianta também cobrar um ingresso muito barato que, muitas vezes, o torcedor não vai, pela simples ausência de torcida, insegurança nos estádios, vandalismo das organizadas etc etc etc.
Para terminar, preço dos ingressos não é um fator determinante para estádios com pouca gente pois, o futebol, não é dos produtos economicamente mais elásticos. Se os estádios fossem melhores, com mais segurança, haveria público, mesmo com este nível de preços.

  • Vinícius

    Mauro,

    A abordagem do professor ao tema não me parece muito acertada.

    Comparar público médio e preço médio entre os times por regressão linear pressupõe que todos os times oferecem o mesmo produto e enfrentam a mesma curva de demanda.

    Ele bem conclui que a curva de demanda é diferente para cada time, uma vez que tem consumidores potenciais (total de torcedores) muito diferentes.

    Para testar a elasticidade preço da demanda por ingressos, o professor deveria comparar o público x preço de uma série de jogos similares de um mesmo time, com diferentes patamares de preço. Infelizmente, isso é muito difícil. Os preços dos ingressos tendem a ser estáveis dentro do campeonato e normalmente só variam porque o jogo vale mais (clássico, proximidade de fim com chance de título, etc.)

    Não sei se é tão verdade que o interesse pelo futebol é inelástico. Flamengo e Atlético MG levaram grandes torcidas ao estádio com preços médios menores (que os paulistas, por exemplo). O São Paulo teve mais espectadores que o Corinthians e Palmeiras, mas também com preço médio menor.

    Entendo que o professor se utilizou de uma pirotecnia metodológica para não chegar a conclusão alguma!

    Abraços,

    Vinícius

  • Lucas

    Qualquer Zé Ruela escreveria o que esse professor escreveu!

    E como bem disse o Vinícius em outro comentário, os clubes oferecem serviços diferentes. Afinal um jogo do Flamengo vale mais do que um do Avaí, mesmo que o Avaí possa dar espetáculos maiores que o Fla. É uma questão de elasticidade demanda sim, mas o professor não levou em conta que as Curvas de Demanda de cada clube são diferentes! E digo mais, isso influencia também no comportamento do adversário. O Goiás que o diga, afinal suas maiores rendas foram contra Fla e Corinthians, eles aumentaram o preço e ainda tiveram mais público, e é claro que sabemos que não foi o torcedor do Goías que aceitou pagar mais para ver o jogo, e sim o torcedor adversário que foi ao estádio aceitando pagar mais.

    No Rio de Janeiro por exemplo, se houvesse um sistema eficiente de venda de ingressos, condições ideais de segurança e sistema de transporte eficiente. Todos os jogos dos quatro grandes clubes teriam o Maracanã lotado. SEMPRE (considerando é claro um preço razoável pelo ingresso, de acordo com a importância do jogo)! Então chega a ser sacanagem quererem comparar média de público de Fla e dos times Europeus, porque lá eles possuem estes três fatores que eu citei.

  • http://www.torcedoremfoco.blogspot.com andre bastos – economista

    O autor desconsidera o fato que cada clube é monopolista no seu mercado consumidor. Um exemplo: o torcedor do Palmeiras não vai mais ou menos ao estádio se o Corinthians baixar o preço dos ingressos no Pacaembu. A partir disso, qualquer análise dos times em conjunto se torna inútil. Assim, concordo com o comentário do Vinicius, acima. Abraços, adoro seu blog.

  • Yuri

    Muito me surpreende um Professor Doutor escrever um artigo desse nível. O Vinícius falou tudo e mais um pouco, não se chega a conclusào alguma a partir do que ele disse, além da falta de rigor ao aplicar uma análise econométrica numa situaçào longe da ideal.

    Pelo menos o povo aprendeu o que significa elasticidade.

    Abraços.

  • Grafir Jr

    É lógico! E outra: no futebol, outra variável importante é o momento que o time está vivendo, sendo mais uma variável que reforça a tese de que cada time tem que achar seu preço de ingresso. Não vejo nenhum impedimento de ordem ética se o preço cobrado do ingresso num jogo final seja o dobro do cobrado em um jogo de 1ª Fase. E mesmo nos pontos corridos, se um time está na disputa do título ou na luta contra o rebaixamento. As únicas coisas que não podem entrar para ajudar no cálculo do preço de um ingresso são aqueles relacionados a beleza do uniforme, do hino, da história e tradições, do tamanho e da fidelidade de sua torcida, da beleza da festa que sua torcida faz ou do futebol que o time pratica, porque aí os ingressos para os jogos do Timão custariam 1 milhão de euros a unidade! No mínimo!!!

  • Renato Ribeiro

    Mauro,

    Se sua abordagem não foi correta pelo menos levantou polêmica.

    Afinal nossos dirigentes não fazem conta nenhuma para estabelecer o preço dos ingressos ! É simplesmente chute !

    No caso do FLU acho q alguns jogos o preço do ingresso poderia ter sido um pouco mais alto sem alterar o público pagante, pois a maioria pagou a meia entrada do preço promocional !

    Renato

  • FÁBIO BORTOLIN BRITTO DE ARAÚJO

    Há muita coisa errada nisso que ele disse. Ele fez a conta do preço médio do ingresso que sai no borderô. Só que no caso do Guarani, como exemplo, há 2 mil sócios torcedores por jogo, que pagam R$ 40,00 por mês, numa média de 3 jogos, dá R$ 13,33 o ingresso médio, porém, é contabilizado no borderô, o valor de R$ 3,00. Assim é na xita também.

    Os times do rio tem gratuidades, cortesia, e um monte de coisa que cobra 0,50!, na verdade o clube vendeu, e até caro. No jogo final do flamengo, 11.000 ingressos foram cobrados a 0,50!, e o clube vendeu a uns R$ 50,00, ou seja, mais de R$ 500.000, por fora do borderô. Em São Paulo tem time que coloca patrocinador e por aí vai.

    Ainda tem muitas outras variáveis, que já foram ditas, após vencer um jogo, após perder um clássico, clima, horário, fim de semana, feriado, atratividade do jogo, time jogando bem, torcida satisfeita, time em ascensão, time sem torcida, time pequeno, enfim, milhares de outras variáveis. Cada jogo tem sua demanda por uma série de motivos. Por isso, no meu entender, promoção é válida para um caso muito específico, tipo nosso último jogo que fizemos, ou tipo rio preto em 2008, coisas assim, pois já vimos que depois de um bom tempo de promoção, quando se volta ao preço normal o público cai e a torcida reclama do preço.

  • Felipe Viana de Paula

    Ele acabou de encontrar o primeiro caso de Bem de Giffen depois das batatas irlandesas….

    Merece o Nobel!!!

  • Victor Elias

    Mauro se fez implante? coisa feia eim

  • Luanderson

    Estou ancioso! cara que dia vc vai fazer o historia em jogo da final da copa de 74 entre alemanha e holanda? já li todas as historias da laranja mecanica q vc fez, quero muito vê a final! o q vc pode me dizer?VALEU!

  • Marcio Caldas

    Na minha visão, o que enche os estádios é o momento em que o clube do torcedor está passando por uma fase boa, ganhando jogos difícieis.
    A matemática, e/ou Economia apenas explica de forma teórica o que poderá ser uma tendência de comportamento, mas que poderá não se con cretizar. Ou vice-versa, vide o caso do Fluminense. Hoje os ingressos são caros, pois cada time joga em média 7 vezes por mês e a renda do torcedor não alcança ir a todos eles. Então ele seleciona. Lembre-se que a cada jogo o torcedor gasta em média duas vezes mais o valor do seu ingresso, com transporte, comida, bebida etc… por jogo. E ninguém comenta sôbre isso, criticando, quando ocorre a falta de público. Á promoção é feita por que não existe público para os sete jogos no mês. Ninguém aguenta o preço x quantidade de jogos no mês. Se baixar o valor dos ingressos, teremos sempre estádios cheios. A demanda é grande e como vimos neste ano, estava reprimida. Quando o Palmeiras perdeu a liderança seu público caiu, ao passo que o do flamengo, que fez o percurso contrário aumentou. Era o seu momento e com isso as rendas subiram. Em tempo: Sou economista, e pós graduado em Analista de Sistema. A teoria somente é válida quando é colocada em pratica e dá certo.Caso contrário fica no vazio.Abraços

  • Paulo

    Aqui em MG o Atlético coloca ingressos a R$ 1,00 e R$ 5,00, por isso tanta gente em campo, quero ver este ano com o salário de R$ 650.000,00 do Luxemburgo se eles continuarão cobrando esta mixaria. Enquanto o Cruzeiro teve média na libertadores de 40.000,00 pagantes (maior média de público ) e com ingressos a R$ 35,00 (valor médio).

  • Antonio

    Mauro,

    O problema de se calcular elasticidade de demanda para ingressos de futebol está na percepção de produto que o torcedor tem. Evidentemente que os jogos decisivos terão preços mais elevados e a demanda será maior.

    O correto seria analisar jogos que teoricamente teriam o mesmo apelo para o torcedor (jogos no meio do campeonato por exemplo) e ver se uma redução ou aumento de preço tem impacto no público pagante.

    Volto a dizer que trata-se de uma análise subjetiva, difícil precisar quais jogos seriam semelhantes, e pouco precisa. No entanto, tenho a percepção de que há sim impacto no público pagante com uma redução no preço, haja vista a diferença de público quando havia promoção da Nestle.

    Abraço

  • LUIS EDUARDO FENUCHI

    QUERIA SABER PREÇO DE INGRESSOS FAMILIA DE FUTEBOL