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Vasco voltou

por Mauro Beting em 08.nov.2009 às 12:23h

O Vasco volta para o lugar dele. Que aprenda o que outros gigantes ainda não aprenderam. Que ensine outros enormes a não viverem apenas do nome. A celebração pelo retorno é praxe dessa praga que assola e que desola torcedores tradicionais com o fantasma real do rebaixamento no Brasileirão. Palmas ao elenco, comissão técnica. E até para a direção do clube. Mesmo que parte dela tenha contribuído desgraçadamente para a queda em 2008. Mesmo que alguns deles não possam expiar todos os males e malas do passado recente em outras mãos grandes e desastradas.

O Vasco voltou. Que não retorne a tudo de errado que fez nos anos em que parecia que fazia certo e apenas rasgava os buracos que afundaram a nau do almirante. A base para 2010 já está em São Januário. Precisa ser reforçada. Mas não radicalmente mudada ao sabor do vento que nem sempre sabe. O caminho das pedras é sabido. As pedreiras, idem. É só não desviar da rota. É só não arrotar prepotência. É só fazer do jeito certo, sem jeitinho. É só honrar a origem trabalhadora do clube.

MELHOR ESCREVE ANDRÉ ROCHA

http://blogs.abril.com.br/futebolearte

Passada a tormenta, a certeza que fica é de que o Vasco não precisava ter passado pelo drama do rebaixamento para despertar. Mesmo que volte mais forte, a mancha que fica na história é indelével e macula a trajetória de um clube vencedor, de torcida gigantesca e história tão bela quanto ímpar, um exemplo de democracia e de forte ligação com as camadas mais populares.

A comemoração pela volta à Série A é legítima, ainda que a sensação de dever cumprido prevaleça. Mas que não se deixe esvanecer na memória o período em que times fortes conquistaram títulos históricos, mas sangraram os cofres do clube e mantiveram no poder por tempo demais quem pecou por isolar uma instituição tão querida e respeitada ao transformá-la numa ilha de truculência e interesses escusos.

A imensa torcida foi feliz e fez a sua parte com alegria, paz e beleza. O sentimento nunca vai parar no coração de um apaixonado, mas para que ele continue forte, é dever armar time mais forte em 2010, de preferência comandado por Dorival Jr., um dos melhores treinadores do país e que pode repetir o sucesso de Mano Menezes no Corinthians se tiver condições e um elenco qualificado para trabalhar. São necessários pelo menos três reforços que cheguem e assumam a titularidade. Uma contratação de impacto, como foi Ronaldo no alvinegro paulista, também seria ótima sacada para marcar a volta de quem não precisava ter ido tão fundo.

Na partida que decretou oficialmente o fim do pesadelo, o Maracanã lindo e lotado foi o palco de mais uma atuação hesitante de uma equipe que sofreu mais do que deveria para atingir seu principal objetivo no ano. A vantagem na tabela foi bem administrada, mas faltou ao time cruzmaltino triunfos mais convincentes, apresentando um melhor futebol.

O Juventude, de campanha modestíssima na competição, deu trabalho na segunda etapa e sucumbiu apenas no pênalti sobre Adriano, autor do primeiro gol, que terminou com a expulsão do goleiro Juninho, a conseqüente passagem do atacante Mendes para o gol por conta das três substituições efetuadas pelo técnico Ivo Wortmann e a cobrança perfeita de Carlos Alberto, o personagem certo para selar o acesso vascaíno, por ter se reinventado junto com o clube que o acolheu e valorizou.

O aprendizado nos últimos onze meses foi sofrido, mas já deixa frutos, como o departamento de futebol profissionalizado, ações de marketing consistentes, receita crescente e atletas mais comprometidos com as metas estabelecidas. Um trabalho cuidadoso de quem pensa no futuro planejando cada passo da caminhada sem atalhos, sem a megalomania que tira a proporção das coisas e torna tudo maior, tanto o voo quanto a queda.

Mas a melhor notícia para Roberto Dinamite e tantos outros que trabalham na dura reconstrução vascaína é que o astral no Gigante da Colina é outro, muito mais arejado, que aceita o contraditório, fez de São Januário novamente um local receptivo e consegue deixar os rivais menos radicais até satisfeitos com a retomada de uma grandeza que nunca se perdeu e fortalece o futebol carioca e brasileiro.

É nesse ambiente positivo que o Vasco ressurge dos escombros. Que venham mais tardes de festa e ventura, agora entre seus verdadeiros pares, de quem refez a própria rota e agora conduz a nau de forma mais segura e responsável.

ESCREVEU ANDRÉ ROCHA

http://blogs.abril.com.br/futebolearte

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  • http://bol.com Marcelo Coração Vascaíno

    Era domingo, 21 de Julho de 1974, eu tinha só 6 anos, mas era tanta alegria e, mesmo sem saber muito bem do que se tratava, eu tratei de acompanhar a festa, era o primeiro título de um campeão carioca nacional, era o título do CLUBE DE REGATAS VASCO DA GAMA, eis aí o registro de nascimento de um vascaíno de corpo e alma. O tempo passou, a idade tambem, o torcedor foi dando espaço ao pai, chefe de família, cumpridor de obrigações, some-se a isso o descaso com que o clube passou depois de 6 anos de uma péssima administração (não culpo somente o Eurico), enfim … o torcedor tinha dado uma esfriada nos ânimos, até com a campanha de resgate do orgulho vascaíno quando o Bob assumiu a presidência e propostas de administração séria e responsável eu não me animei muito, fiquei naquela de ‘vamos ver’, só que veio o dia 7 de dezembro de 2008, Vasco 0 x 2 Vitória, eu ja tinha absorvido o impacto do descenço, quando acabou o jogo eu, friamente, desliguei a televisão e ja tinha comigo o pensamento ‘é isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde’, e fui viver a vida como se nada de importante tivesse acontecido. Eu tenho 2 garotos, Biel 18 e João 13 anos, fui no quarto vê-los após o último jogo e foi a cousa mais triste da minha vida, meus dois meninos estavam chorando, olha não me lembro do Vasco despertar tanta emoção em mim desde aquele título, se houve algo de positivo naquilo foi o resgate do sentimento do torcedor, meu coração pulsou como daquele garoto de 6 anos de 1974, mas desta vez de tristeza. Agora 7 de Novembro de 2009, um Clube renovado, brigador, guerreiro, uma torcida apaixonada, um estádio vestindo a Cruz de Malta, o vascaíno voltou, e não é só porque estamos de volta a elite, mas porque voltamos a ter orgulho do nosso time, meus filhos, presentes ao Maraca, estavam sorrindo, gritando, comemorando e eu mais uma vez um torcedor apaixonado e com orgulho vestindo novamente a Cruz de Malta. O ano foi de superação, muitas dificuldades mas tambem muitas alegrias, tudo começou por uma ótima administração, profissionais competentes, um presidente carismático e inteligente e um time de futebol de guerreiros, pecam pela técnica mas compensam pela garra e a torcida fez um capítulo a parte, acho que nem na década de 90 (ou talvez comparável a ela) o clube tinha recebido tanto apoio das arquibancadas, realmente fomos o 12º em campo. Parabens Vasco, parabens vascaíno. Fiseram sua parte, fizemos nossa parte, que agora venham os títulos.

    Salve, salve A GLORIOSA INSTITUIÇÃO SECULAR CLUBE DE REGATAS VASCO DA GAMA.
    Marcelo Coração Vascaíno

  • Paulo

    So discordo de uma coisa. O time do Vasco não foi hesitante, ele foi guerreiro. Da mesma forma que aplicamos poucas goleadas e demos poucos espetaculos, não teve um jogo sequer nesse ano que nos demos por vencidos! E na única derrota folgada, contra o Botafogo por 4X0, o time não se entregou, tanto é que parte da torcida ficou até o final e gritou o nome de todos os jogadores, alguns deles sairam chorando!
    Esse foi o time mais identificado com o clube que eu já presenciei na minha vida! Pra eles e pra nós (torcedores) não tem jogo perdido, não tem bola perdida!

  • Cruz de Malta

    VASCOOOOOOOOOOOOOOOO