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8 ou 80 – 26 de outubro a 5 de novembro de 2001 | Blog Mauro Beting
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8 ou 80 – 26 de outubro a 5 de novembro de 2001

por Mauro Beting em 05.nov.2009 às 22:35h

O blag faz uma sessão de regressão. Volta oito anos aos meus textos publicados à época nos veículos onde trabalhava.

Em outubro-novembro de 2001, escrevia uma coluna diária no “Agora São Paulo”, uma coluna semanal no portal PSN.com, canal a cabo onde trabalhava como comentarista, além de também comentar na Band.

Notas que contam um pouco da bola que rolava então, com palpites e pitacos de época. Com todos os erros e raros acertos deste que vos tecla.

Por que oito anos? No futebol, é o tempo exato entre duas Copas do Mundo. Tempo mais que suficiente para tentarmos entender onde erramos.

29 de outubro de 2001

NOTA DO REDATOR-2009 – Marcelinho Carioca e Wanderley Luxemburgo tinham quebrado o mais feio dos paus no Corinthians. Eles se reencontravam pela primeira vez em meses. O Corinthians de Luxa venceu por 2 a 0, pelo BR-01

Já não lembro quem disse (com o juízo que anda ausente em todos os lados) que o clássico da tarde na Vila Belmiro não é um duelo. Não é um confronto dos egos de Marcelinho x Luxemburgo. Não é um choque de interesses contrariados, nem de birras burras. É mais um jogo entre Santos x Corinthians. Mais um grande jogo de dois grandes times superiores aos dois litigantes.

Já não era um clássico de Araken Patusca x Jaú, na decisão do título paulista de 35, quando venceu o primeiro, atacante do Santos. Também não era apenas um confronto de Tite, Pagão, Del Vecchio, Jair Rosa Pinto e Pepe quando o Santos saiu da fila em 55, deixando para trás o Timão de Gilmar, Olavo, Idário, Cláudio e Luizinho.

Nem quando o Corinthians de Paulo Borges e Flávio derrubou o tabu de 11 anos sem vencer o Santos de Pelé e Edu o duelo era entre nomes. Não era Pelé x Rivellino. Sócrates x Pita. Serginho Chulapa vencendo Carlos na decisão de 84. Ricardinho batendo Fábio Costa na semifinal de 2001.

Todos esses grandes nomes fizeram a fama na grama desse clássico. Mas são nomes que vêm e vão, como Luxemburgo já foi Santos contra o Corinthians, como Marcelinho fez pelo Timão dos mais belos gols do clássico, na Vila, em 96.

Santos x Corinthians, como todos os Fla-flus do mundo, não se (d)escreve com nomes. É um clássico de domínio público. Não foi, não é, não poderá ser dominado por picuinhas menores que um casados x divorciados antes do churrasco da firma. Sei que tudo que os dois falam, fazem (ou mandam falar e fazer) têm eco – e ego! Sei mais ainda que quando falta craque falta tema, falta mote, falta manchete, falta tudo para vender jornal e publicidade, vender e se vender.

Mas deveria haver limite para tudo. Sobretudo num mundo que desconhece os próprios.

28 de outubro de 2001

NOTA DO REDATOR-2009 –O Corinthians de Luxa venceu por 2 a 0, o Santos, na Vila, pelo BR-01. Pela primeira vez usando o 4-3-3 que ganharia quase tudo em 2002,

O velho Vanderlei voltou ao ataque

Acuado, Luxemburgo se defendeu atacando, como nos ótimos tempos. Bingo! Ganhou do Santos, da Vila, de Marcelinho, de Cabralzinho, das moedas, das cobranças, de tudo. E ganhou jogando aberto, no ataque, sem medo. Mostrando a ele mesmo, e aos que torcem o nariz distorcendo o jogo, que dá para ser ofensivo e ousado sem perder o equilíbrio e os pontos.

Deu para o Corinthians ganhar de um time em melhor condição, e na casa dele, com um só volante de caderneta (César Sampaio), um meio-campista misto (Renato), um armador (Ricardinho), dois pontas (Deivid e Gil), e um centroavante (Luizão). Na ponta do lápis, um velho e surrado 4-3-3. Ou melhor: um ainda mais ofensivo 4-2-1-3.

E deu certo. Não na primeira etapa, onde os passes errados e os receios coletivos deixaram o jogo amarrado e amuado. Mas, no segundo tempo, o velho Vanderlei e o seu time fizeram um test-drive do que pode dar liga nesse time. Uma voltinha no tempo que explica a razão do sucesso e da vitória da hora: a aplicação de toda a equipe na recuperação da bola.

Reveja o jogo. Russo tenta atacar, Deivid ocupa o espaço dele; Léo vai à frente, Gil vai atrás; os três zagueiros santistas não podem sair pelos três da frente corintiana, e Luizão ainda zanza para atazaná-los; Ricardinho e Renato jogam e tentam não deixar jogar a volantada santista; Sampaio cuida do resto.

Simples. Eficiente. Solidário. Deu muito certo na Vila, sei lá se dará em outro lugar. Só sei que, se os jogadores quiserem, dá para escalar um time mais ofensivo. Basta que esses homens de frente saibam que é dever deles buscar e roubar a bola alheia. Que cercar e marcar não é só atribuição de que está atrás da linha da bola. Que todos estão no mesmo time.

28 de outubro de 2001

NOTA DO REDATOR-2009 – Celso Roth foi demitido no Palmeiras,

A unanimidade foi Celso Juarez Roth

Celso Roth caiu. É o que queria o palestrino do amendoim, do filé-miau, da pizza e das trufas. O que boa parte dos palmeirenses titulares e do banco também gostariam de ver. Tribunas de imprensa torciam as canetas para ele. A velhinha de Taubaté já não acreditava mais no time. Nem a matemática, fiel escudeira da boa campanha de Roth no clube, parecia dar bola a ele.

Roth virou unanimidade. No sentido que Nelson Rodrigues adorava usar. O Palmeiras perdia? Burroth! O Palmeiras empatava? Buuuuurrroooo! O Palmeiras vencia? Apesar daquele burro!

Perdeu nos pênaltis para o Boca, na Libertadores? Burro. O Verdão é o único time do BR-01 que sempre esteve classificado no G-8, e o que mais rodadas (oito) liderou o campeonato? Burro. Há cinco meses ele não consegue escalar o time titular, e há dois não pode repetir escalação? Burro. O time não é aquelas coisas? Burro. É um final de ciclo vitorioso de um clube, e a fase não pode ser muito diferente disso aí? Burro.

Não tem jeito. É burrro. Com três letras r. Você pode levantar uma série de qualidades qu -é burro! (Até o meu editor de texto do computador já escreve automaticamente burro). Roth -burro! Calma lá, ô Word assanhado!-, tem um problema sério. Ele não é bom de trato, de tato e de papo. Falta um sorriso aqui, uma explicação lá, uma troca de ideia por ali, uma acomodada acolá. Roth se perde (e, com ele, o grupo, o time, o clube, os jogos) na falta de melhor comunicação. Tivesse o que sobra no sucessor Márcio Araújo (o melhor dos interinos que um clube pode ter), Roth passaria melhor o que pensa, e faria de seus times competitivos equipes ainda melhores. Ou menos conturbadas.

Apesar de tudo, ele ainda conseguiu ficar 47 jogos no clube. Uma proeza.

5 de novembro de 2001

NOTA DO REDATOR-2009 – Corinthians 1 x 1 São Paulo, pelo BR-01,

Kaká e as dores de Ronaldo

A bola veio quadrada da esquerda. Kaká a arredondou, equilibrou o próprio peso, encarou Scheidt como se fosse Marcelinho Carioca num campo escuro NOTA DO REDATOR-2009 – Os dois haviam brigado feio no Corinthians, e viu o canto intocável. Nem os dois metros e tanto de envergadura de Dida conseguiram roçar a bola, aninhada pelo são-paulino no canto da meta.

A bola deve ter feito póf!. Murchou ao bater na rede. Ela sequer rolou meta adentro. Foi chutada, ou melhor, concluída com a força exata. Necessária apenas para bater Dida, abrir o placar, e só perder (quer dizer, empatar) o clássico com a reação justa e igual do Corinthians.

O gol de Kaká ganhou o sábado, esta segunda-feira, e vai ganhar muitos outros dias, também. É gol para acontecer em qualquer época. E ser louvado com as mesmas letras de todos os dias. Fosse Kaká um senhor (de talento) de seus 30 anos, nada mais natural. Só que Kaká é esse moleque imberbe de imenso talento, que já chegou a 51 jogos pelo São Paulo, e tem ganho lances até no corpo a corpo. É muito jovem para ter a tranquilidade, a qualidade e a agilidade para fazer o que fez com o Corinthians.

Não sei se foi tudo isso. Ou se é apenas um jeito de eu não falar da coxa machucada de Ronaldo, das nossas carências, dos problemas da seleção, dos erros do coordenador Antonio Lopes, do ar que não existe para respirar em La Paz, do mundo que a gente vive, do PFL…

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  • Igor

    Não lembro uma equipe do Celso Roth que tenha ficado no meio da tabela para baixo, ele é muito constante em seus trabalhos, vide o palmeiras em 2001 e o Atletico em 2003, Gremio em 2008, Atletico 2009….o que falta é somente um título de expressão para coroar o pragmatismo de burro, eu o defendo de unhas e dentes em discussões nos bares e jogos do Galo, levo muitas críticas, sempre por causa do quase dele….falam que ele pensa pequeno. Acredito que por pensar primeiro em não levar gol para depois fazer faz com que facilite as críticas sobre ele, lógico que vários jogos ele realmente erra em escalações ou substituições, mas quando a equipe ganha aquele jogo fora de casa por exemplo, que ninguém esperava não se houve crítica nem muito menos elogio. Este ano novamente ele tem a chance de entrar para o estrelado, e espero muito que isso aconteça não simplismente por ele, mas sim pelo meu incondicional Atletico.
    Yes, we C.A.M.

  • HORÁCIO BIANCO

    MAURO
    Achei aqui uma maneira de demontrar a vc minha indignação pelas brincadeiras de muito mal gosto feitas pelo MILTON NEVES, com a família BETTING.
    Porque vc aceita esse tipo de brincadeira, ele esta usado vc para ser escada, ou será que ele tb divide com vc os ganhos publicitários?
    se quizer me responder, por favor, use meu email hbianco@greco.com.br
    pois, Nunca entro no site do lance,só para me identificar, tenho 68 anos, resido na Saude-capital sp sou corretor de seguros e ouvinte da Bandeirantes desde da década de 50 e nunca vi ninguem abusar daquele microfone, com tantas abobrinhas no ar.SERÁ QUE ELE TEM AUTONOMIA POR VENDER MUITA PUBLICIDADE?