Botafogo 2 x 2 Avaí

por Mauro Beting em 12.out.2009 às 18:23h

Comente e cornete mais uma recuperação botafoguense e mais um 2 a 0 que virou empate avaiano.

Além da falta de ingressos para a grande torcida que foi ao Engenhão.

  • Felipe

    Uma pena a virada não ter acontecido, Botafogo a cada dia renascendo um pouco mais.Agora a torcida não pode desanimar, depois de 40 mil no Engenhão é obrigação comparece contra a mulambada em dois semanas!
    Vamos Fogãooo!

  • Danilo

    Jogamos bem mais não saímos com a vitória. As pouquíssimas oportunidades do Avaí se transfomaram em gols. Foi 1 jogo de ataque contra defesa. Uma pena para o fogão q mereceu ganhar e com 1 placar gordo. Mais estamos no caminho certo. Sobre a confusão dos ingressos, houve 1 erro de planejamneto. Acho q aprendemos com ele. Abraços!

  • Rodrigo

    O time do chororô não pode reclamar da arbitragem dessa vez. Teve um árbitro bem “caseiro”, que deixava de marcar faltas para o Avaí e marcava tudo a favor do Bota, como o segundo gol, que o jogador subiu nas costas do zagueiro do Avaí. Depois dizem-se perseguidos pela arbitragens…

  • Alex Ribeiro

    Para nunca mais voltar

    Triste cenário. Cidade Olímpica? Cidade em guerra. Torcedores como eu que foram “assistir” ao jogo de hoje – Botafogo x Avaí- tiveram a certeza de que o Engenhão não é um estádio acolhedor. Ao menos por enquanto.

    A alcunha de “vazião” (ou “enchenão”) faz justiça ao estádio, não à torcida. Explico: Frequentar o Estádio Olímpico João Havelange é tarefa árdua. Hoje, pareceu uma “via crucis”. Seria uma homenagem ao dia de Nossa Senhora, cujo filho foi seviciado até que finalmente chegasse ao seu lamento final? Por óbvio que não. Justa homenagem a Santa Mãe seria que a mesma visse que, dois mil anos depois, seus outros filhos conheceram a dignidade. Os acessos ao estádio são idênticos aos da época em que o mesmo não existia. E estamos falando de um equipamento que seria capaz de atrair 45 mil pessoas. Ou seja, se antes do Engenhão as vias da região eram apenas razoáveis frente ao seu número de habitantes, com o surgimento de tantos novos “moradores”, o que se vê é que, chegar ao Engenhão é tarefa digna de “No Limite”. Trens? Assunto dispensável se levarmos em consideração os acontecimentos da última semana envolvendo a Supervia. Trens abarrotados, serviço…bem, não há serviço.

    A torcida, quando comparece, se arrepende.

    Dignidade. Letra morta no idioma falado pela diretoria do Botafogo. Está em desuso. E todos hão de concordar. Senão, vejamos:

    Feriado prolongado, boas condições climáticas, dia das crianças. Pano de fundo ideal para um belo programa em família. O time do Botafogo, em plena recuperação, chegava ao Estádio olímpico recém-saído de duas vitórias consecutivas, fato inédito no campeonato. Todos poderiam esperar o estádio cheio. Exceto a diretoria do clube. Do lado de fora do estádio, milhares de pessoas sem ingresso. Não houve um torcedor sequer que estivesse a pedir a entrada facilitada. Apenas, o sacrossanto direto de exigir que o mesmo fosse atendido, qual seja, o seu direito de consumidor de entrar pacificamente na arena para, confortavelmente, como rezam Estatuto do Torcedor e o Código de Defesa do Consumidor, assistir à partida que se realizaria em poucos minutos.

    Os fatos que seguiram após foram diametralmente opostos a tudo que se espera de um clube que tenha o mínimo de consideração por seus torcedores, estes sim o maior patrimônio do clube.

    De fronte ao estádio, campo de batalha. Correria, gritaria e revolta. Todos queriam ingresso, entrar seria consequência. Mas, como há coisas que só acontecem ao Botafogo, o óbvio vira dúvida. Muitos com ingresso na mão só conseguiram entrar no intervalo do jogo.

    Diante deste panorama desolador, uma multidão de crianças! Mulheres e crianças! Famílias! Que entraram no estádio aos empurrões. Aquele era o ambiente ideal para uma tragédia, vide, pisoteio.

    Dentro do estádio, pasmem, não havia ÁGUA! Água para vender. Para comprar. Para BEBER! Para se ter idéia, houve pai que ameaçasse se jogar de um dos andares do “Não Vai Não” caso não conseguisse água para os filhos. Isto porque não havia onde se comprar NADA no setor oeste superior. Apenas nos setor VIP. Um verdadeiro “apartheid”, em pleno Brasil do séc. XXI, país-sede da Copa do Mundo de 2014, e das Olimpíadas de 2016. Mais: alguns seguranças do clube que permitiram a passagem ao setor VIP, garantindo que os torcedores que foram buscar água poderiam voltar ao seu setor de origem, onde estavam suas famílias, fecharam tais acessos separando os pais de suas famílias.

    Bem se vê que a administração do clube não segue os primados da competência, eficiência e, por que não dizer, do respeito ao ser humano. Adjetivos que laureariam a diretoria botafoguense são muitos. Posso citar alguns: INCOMPETENTE, DESORGANIZADA, DESPREPARADA, IRRESPONSÁVEL, DESLEAL, AMADORA…

    Percebam que nem escrevi sobre a partida, não tratei da qualidade do futebol. Frente ao circo de horrores que foi a chegada e a permanência no local do jogo, este me passou despercebido.

    Realmente, um dia atípico. Hoje faltou tudo, só não faltou a torcida que, se não mais voltar, muito bem fará.

    Parece que o Engenhão é daqueles anfitriões que recebem mal para que os convidados partam logo e não voltem nunca mais.

  • Nelson Lima Neto

    Grande Mauro Beting, você não concorda comigo que nesses últimos 3 jogos o Botafogo está demonstrando que essa posição não condiz com o time que tem?! Creio que, apesar da má sorte que algumas vezes nos persegue, o time está bem armado com os 3 atacantes. Mas essa armação para jogos fora de casa, como é o caso do próximo, poderá se tornar um tanto quanto frágil. Hoje era dia de uma derrota extremamente doida, muito em função da grande expectativa criada pelos jogos anteriores e pela própria torcida, que fez o seu papel e lotou o nosso estádio. Um grande abraço de um admirador do seu trabalho e futuro companheiro de profissão. Nelson Lima Neto.

    CARO COLEGA, é isso. o time vai escapar. e estaria mais tranquilo nao fossem os tantos erros de arbitragem.

  • Saulo

    pelo menos o time teve raça para reagir disante do bom time do avai.
    fosse em outros tempos, seriamos goleados.
    o estevam faz um bom trabalho e agora estamos a 3 pontos da turma do enxofre.

  • reinaldo

    O Botafogo vinha fazendo um primeiro tempo razoável, com o domínio do jogo, embora sem muita criatividade no ataque. Sofreu dois gols. Voltou com muita disposição, e na base da garra conseguiu um empate, e só não virou por detalhes. Agora, o Avaí tem um time homogêneo, sem grandes destaques individuais. Esse time corre e marca muito, e marca nos erros do adversário. Contudo, aí o meu ponto, esse time, limitado, somente consegue resultados positivos quando o jogo é apitado por um desses juízes que ‘deixam o jogo fluir’, sinônimo de ‘deixa o pau comer’. Como bate, como pratica o antijogo este time do Avaí. Havendo a complacência do soprador de apito vira festa. Como virou moda o juiz não mais apitar faltas (a não ser as mais gritantes – discordo muito desta orientação: falta é falta, é o óbvio, e tem que ser assinalada), explica-se a confortável situação desta bem treinada, porém limitadíssima equipe.

  • andre bastos

    nao houve falta de ingressos… pontos de venda há, muitos… o que falta no Engenhão é pessoal especializado, controle de acesso e mais catracas…

  • Alberto Martil Del Rio

    Esse time foi devagar atropelando. Parabéns ao Silas, sempre maneiro no falar e com isso vai dar trabalho ao final do campeonato, quiçá estar entre os 6