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PAUTA DO DIA – Fla x Flu

por Mauro Beting em 26.jun.2009 às 14:18h

—–Mensagem original—–

De: Hugo Perruso.

Enviada em: quinta-feira, 25 de junho de 2009 11:17

Para: Mauro Beting

Assunto: ANÁLISE FLA-FLU

Na terça-feira, Cuca disse que Parreira é melhor do que ele. Para amanhã, vamos fazer uma página tática. Precisamos de uma análise das características dos dois treinadores e também dos dois times. Com base nisso, precisamos de dois campinhos indicando o caminho para cada time chegar à vitória no clássico. Como o Fla deve atacar o Flu e vice-versa.

o pedido é uma ordem. Vamos a ele, que está publicado no LANCE!, edição carioca.

Quando Parreira foi treinador pela primeira vez, no Fluminense campeão estadual de 1975, Cuca tinha 12 anos. Quando ele era um guri em Curitiba, em 1970, Parreira havia sido muito importante como um dos observadores de Zagallo no Mundial do México. Quando Cuca atuava pela Portuguesa, em 1994, Parreira comandou o Brasil na campanha do tetra mundial.

Poucos técnicos têm o currículo do treinador do Fluminense. Cuca é dos bons candidatos a ser um que pode chegar lá. Trabalhador, competente, obstinado, tem uma vantagem em relação a Parreira – ao menos ao gosto brasileiro: na dúvida, ele põe o time na frente; o técnico tetra mundial, na certeza, prefere o “equilíbrio”. O que necessariamente não significa dizer que seja retranqueiro: em 2002, foi campeão da Copa do Brasil, do Rio-São Paulo ampliado e vice brasileiro pelo Corinthians num ofensivo 4-3-3. Em 2005, montou uma das melhores seleções dos últimos tempos com dois atacantes, dois meias como Kaká e Ronaldinho Gaúcho, e um segundo volante ofensivo como Zé Roberto. Fora Cafu e Roberto Carlos pelos lados. “Retranqueiro”? Zidane nos danou em 2006. Mas não por Parreira ser “defensivo”.

Todo time de Cuca vai para o ataque. Dos que montou com categoria (a base do São Paulo multicampeão dos últimos anos), o Goiás do BR-03, o Botafogo do BR-07, até daqueles onde não foi feliz (o Coritiba rebaixado em 2005, por exemplo, era um time abusado, ofensivo). Hoje, com Leo Moura e Juan espetados, com volantes que gostam de apoiar (Toró e Willians), um meia em grande fase (Ibson), e dois na frente, o Flamengo sempre chega com muita gente. Capaz de meter quatro no Inter, incapaz de cair feio para o Coritiba. A irregularidade rubro-negra tem algumas digitais de Cuca, ainda sanguíneo demais em algumas situações. Mas também pela própria loucura do futebol. Cada vez mais insano e imprevisível.

Emerson é o parceiro ideal de Adriano. Se o imperador estiver a fim de jogo, o irregular sistema defensivo do Flu terá problemas. Mais ainda se Ibson repetir a excelente partida contra o Inter. O duro no combate para Wellington Monteiro será conter a mobilidade do principal armador rubro-negro que, como raros no Brasil, sabe vir atrás e começar o jogo.

Parreira também ainda não conseguiu dar a cara que quer ao Fluminense. Também por questões técnicas das estrelas da companhia. Ele está apostando no que quer – Thiago Neves próximo a Fred -, mas a fase de todos não é das melhores. Para piorar, a zaga segue morrendo de saudade de Thiago Silva. Para não falar de laterais mais confiáveis e de uma saída mais qualificada a partir do meio-campo.

Por ora, e até o Fla-Flu, a aposta é na qualidade individual, mais que no entrosamento e que no coletivo da turma de frente. Thiago Neves prefere sempre o lado direito do ataque, para explorar o corte por dentro e a batida de canhota. É aposta interessante para explorar a ausência de Angelim e o pouco entrosamento de Fabrício. Mas o risco de trombar com Conca ainda é grande. O argentino precisa sair mais pela esquerda, em parceria com Marquinho, que tem qualidade para sair mais à frente. Algo que tem faltado aos laterais tricolores. Se eles não saírem, o Flu afunila demais o jogo.

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