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Inter-76 – Melhor desempenho de um campeão

por Mauro Beting em 15.dez.2008 às 13:28h

BATE-PRONTO COM RUBENS MINELLI, treinador bicampeão brasileiro pelo Inter em 1975-76, tri nacional pelo São Paulo, em 1977

BLAG – Você chegou ao Beira-Rio em janeiro de 1974, durante o BR-73. O Inter de 1975-76, de fato, começa em 1972, ainda com Dino Sani no banco. A base já estava lá. O Inter foi semifinalista do BR-72, e finalista dos quadrangulares de 1973 e 1974. A imprensa gaúcha detonava e dizia que o time só morria na praia – embora ganhasse tudo no campeonato estadual. Como foi o salto de um time “perdedor” para o maior vencedor brasileiro nos anos 70? Foi apenas a sua chegada, em janeiro de 1974, ou a vinda de reforços como Manga e Flávio (1975), Dario e Marinho Peres (1976), e a revelação de volantes como Batista e Caçapava?

RUBENS MINELLIO meu sucesso no Inter é parecido com o do Muricy, hoje, no São Paulo.

É a continuidade de um trabalho, de uma filosofia de jogo. É a manutenção de uma base. Pena que são poucos os dirigentes que entendem isso no futebol. Fiquei três anos montando uma equipe, apurando a condição técnica e tática. Num time montado, qualquer reforço dá certo. Meu grande mérito foi a equipe ter uma grande obediência tática. Eram estrelas disciplinadas. A cada ano conseguíamos jogadores melhor qualificados, e, por isso, tivemos o grande aproveitamento em 1976 [84% dos pontos conquistados, o maior campeão da história do Brasileirão]. Além disso, era um grupo raro, de estrelas sem vaidades. Eles compreendiam o que eu queria taticamente e conseguiam desenvolver esse futebol dentro de campo. O meu conceito sempre foi que o jogador tem liberdade para fazer o que quer quando tem a bola. Mas, sem a bola, vão jogar como eu quero.

BLAG – O time de 1976 foi o mais impressionante. Tecnicamente, só perde para o Flamengo de 1982, Mas, taticamente, era mais elaborado e competitivo. Qual o segredo?

RUBENS MINELLI – O grande segredo foi uma mudança tática que ninguém percebeu na época. Todos os times brasileiros atuavam no 4-3-3. Todos iguais, um volante e dois meias. Nós jogamos em 1976 no 1-3-1-2-3. O libero era o Marinho Peres, que havia jogado no Barcelona em função parecida, com o Rinus Michels. Ele ficava atrás da linha de três zagueiros: o Figueroa saía na caça, com o Cláudio e o Vacaria marcando os pontas adversários.

BLAG – Mas o Figueroa não saía tanto para cobrir as laterais… Esse era o maior problema tático da equipe?

RUBENS MINELLI – Sim. Quando o Cláudio avançava, por dentro, ficávamos um pouco desguarnecidos na lateral direita. O Figueroa era excepcional. Caçava o centroavante adversário, e deixava o Marinho na sobra. Até porque ele não tinha a mesma velocidade, embora tivesse bom passe. Mas o esquema funcionava. A grande sacaca era o triângulo no meio-campo, com o Caçapava na entrada da área marcando o meia-atacante adversário, e o Carpegiani ou o Batista pela direita e o Falcão pela esquerda. Quando todos os times atacavam, chegavam com dois meias. Um deles era marcado pelo único volante das equipes, e o outro era perseguido pelo quarto-zagueiro. Nós fazíamos diferente: quando o Inter tinha a bola, a base do nosso triângulo ficava voltada pro Manga, o nosso goleiro, e o ápice no ataque, com o Falcão, que eu adiantei mais; quando nos defendíamos, eu trazia o Falcão pra trás, e invertia a base do triângulo. Os nossos dois volantes marcavam os dois meias dos rivais que sempre vinham, e sobrava o Falcão. Nossa marcação começava mais à frente. Esse detalhe deu ao Inter toda a diferença em 1976. Além disso, aperfeiçoamos a linha de impedimento que eu e o Marinho já fazíamos desde a Portuguesa, e ele aprimorou no Barcelona. Nós marcávamos mais à frente, abafando o adversário.

BLAG – Não esqueço aquele gol contra o Coritiba, no Couto Pereira. Eram oito colorados contra dois coxas. Parecia a Holanda-74.

RUBENS MINELLI – Teve um gol mais impressionante, contra o Ceará, no Castelão. O zagueiro deles, o Artur, gostava de sair jogando. Mas, quando viu, tinha uma tropa em cima dele. Em vez de dar um bico na bola, tentou fazer o lance, trombou com o goleiro, e nós fizemos um gol muito engraçado. Esse era o nosso jeito de jogar. Atacávamos muito e nos defendíamos maravilhosamente bem.

BLAG – Esse 1-3-1-2-3 dava liberdade para os laterais?

RUBENS MINELLI – O Marinho ficava atrás da linha de três zagueiros. O Cláudio, quando avançava, ia por dentro, porque o Valdomiro jogava bem aberto, como ponta mesmo, e ainda marcava o lateral adversário quando ele apoiava. O Valdomiro era um monstro, com uma disposição tremenda, e um cruzamento perfeito, com a bola parada ou rolando. Ele fez o Flávio artilheiro em 1975, e o Dario, em 1976. Fora os escanteios que eram muito bem treinados. O Valdomiro batia onde estava o Carpegiani. Ele, de fato, servia de mira. Porque a bola ia até ele, mas quem chegava para cabecear vindo de fora da área era o Figueroa. Como o foi o gol do título do BR-75, contra o Cruzeiro.

BLAG – O Carpegiani era só “alvo” naquele time [risos[?

RUBENS MINELLI – Não. Ele era a referência técnica daquela equipe.

BLAG – Mais que o Falcão?

RUBENS MINELLISim. O Carpegiani era quem ditava o ritmo da equipe.

BLAG – Aquele timaço não era só marcação. Sabia atacar. E muito, para um time gaúcho.

RUBENS MINELLI – O Vacaria tinha sido ponta-esquerda e cruzava muito bem. Ele avançava reto, ia bem ao fundo – isso quando o Lula fechava, ou trocava de posição com o Dario, que caía um pouco mais para a esquerda. Era uma das tantas jogadas que fazíamos. Mas, de fato, por ser tão ofensivo, era um time, digamos, pouco gaúcho. Era um time praticamente sem falhas. Muito técnico, forte e resistente. E que sabia entender as alternativas táticas. Quando cheguei ao time, em 1974, no Sul só havia o Grêmio de rival de qualidade. E, mesmo assim, jogando fora de casa, 1 x 0 era goleada. Joguei o time pro ataque em todos os lugares, tentando mudar essa mentalidade de atuar apenas para não tomar gols, indepedente da qualidade do rival. Os grandes faziam 1 x 0 e terminavam atrás, dando bico pra frente. Consegui incutir de tal modo essa vontade de atacar que conseguimos ganhar o campeonato gaúcho de 1974 com 100% de aproveitamento. Ganhamos os 18 jogos. Todos eles. Só tomamos dois gols. Mas o torcedor é gozado… Um frentista colorado me parabenizou pela conquista do Gauchão. Mas me cobrou para o ano seguinte que a gente não só ganhasse todos os jogos, como também não levasse nenhum gol! [risos].

BLAG – O trabalho deu certo no Inter também por conta do preparador físico Gilberto Tim?

RUBENS MINELLI – Claro! E o pior é que o Inter queria trocar o Tim quando eu cheguei. Ele havia ganho todos os títulos estaduais… Mas eu resolvi apostar nele pela competência, além de ter um auxiliar gaúcho. Deu muito certo. Ele foi o primeiro no país a apostar na musculação para os atletas, para deixá-los mais fortes e resistentes.

BLAG – E quando não estava dando certo o Inter, entrava o Escurinho para decidir os jogos.

RUBENS MINELLI – Ele era o meu 12º. titular. Sempre jogava meia hora. E jogava bem. Tínhamos um lance forte, quando o Vacaria cruzava da esquerda para o segundo pau, e o Escurinho preparava para o centroavante ou para o Falcão. Dava sempre certo. Mas o Escurinho reclamava de só jogar meia hora. E eu respondia que, de fato, ele só jogava 15 minutos. E olhe lá [risos]…

BLAG – Para um treinador detalhista, como era estudar os rivais nos anos 70?

RUBENS MINELLI – Como sempre, a conversa com amigos ajuda bastante. Mas eu tinha o hábito de fotografar os adversários. Isso ajudava demais. Um fotógrafo tirava uns 60, 70 slides de jogos dos adversários. Na preleção, mostrava para o grupo, projetando as fotos na parede da cozinha. Todos gostavam e entendiam, menos o [ponta-esquerda] Lula.. Até que os próprios companheiros o alertavam, e tudo acabava dando certo. Eu também fui o primeiro treinador no Brasil a ter um videocassete. Isso foi essencial na montagem do São Paulo, campeão brasileiro em 1977.

BLAG – Aliás, o Muricy era seu jogador, e disse que você foi o mais completo treinador que ele teve. Você imaginava que ele pudesse virar o treinador que virou?

RUBENS MINELLIHonestamente… [risos]. Ele já era meio turrão, ranzinza…

BLAG – Como todo bom treinador…

RUBENS MINELLI – Isso [risos]. Mas não esperava o sucesso que ele está tendo. E que merece por ser trabalhador e ranzinza. O técnico precisa ser assim. Porque o futebol é o único lugar onde o trabalhador manda no patrão. É preciso ter um comando firme.

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  • leonardo closs

    mauro sou seu fã e gostaria de saber qual time você acha q vai ser o time titular do corinthians e sua formação tática ainda mais se vier op kléber do palmeiras já fico imaginando abço e me responda por favor obrigado desde já fuiiiiiiiii

  • Vascão Bicampeão da América e Tetrabrasileiro

    Tecnicamente, só o Flamengo de 82 era melhor? Vc é palmeirense, mas nunca vi ninguem puxar tanto o saco do Flamengo. Pára com isso ! Além de ajudar a propagar a grande farsa futebolistica dos últimos 25 anos (Flamengo campeão de 87), ainda diz pro Rubens Minelli que o Fra de 82 era melhor. NUNCA, eu disse nunca, o Flamengo foi absoluto no Brasil. Em 80, o Galo e o inter eram tão bons quanto o rubro-negro da Gávea, mas a mídia adora endeusar Zico e cia. Em 82, já tinha o forte Grêmio. Em 83, um forte Santos e um ainda forte tricolor gaúcho. Fale a verdade: o Fla era um timaço, mas era a fase áurea do futebol brasileiro, muitos times nivelados por cima. Havia Zico no queridinho da midia, mas havia Falcão no Inter em 80,Reinaldo no Galo em 80 e 81, Renato no gremio 82 e 83. Os títulos de 80,82 e 83 foram conquistados graças a erros historicos de arbitragem. Em 80, 2 gols mal anulados do Galo, além de faltas invertidas o jogo todo e 3 expulsoes do time mineiro, uma delas do melhor do time, e de forma absurda (reinaldo). O árbitro do 2º jogo, o sr. Jose de Assis Aragão, passou a ser conhecido como Jose de Assis Flamengao, e vc sabe muito bem disso, pois vc acompanhou toda essa época. Na Libertadores do ano seguinte, o Galo teve 5 jogadores expulsos, boa parte deles de forma absurda, e o jogo, mesmo estando 0 a 0, terminou com o Flamengo classificado, num episodio que foi conhecido como a maior roubalheira da historia do futebol mundial. Fora o fato de que, apos a Copa toyota, o goleiro do Liverpool disse ter sido subornado para facilitar a derrota do flamengo. Em 82, o time que vc tanto bajula, precisou da anulação de um gol legítimo do sport nas oitavas-de-final para continuar no campeonato. Já na final, um penalti e um gol anulado do Gremio. Em 83, penalti escandaloso para o Santos na final, simplesmente ignorado pelo juiz, fora o fato de o Flamengo ter conseguido inverter na cbf o local do jogo de volta, graças à influencia politica de marcio braga. mesmo com o Santos tendo a melhor campanha, o jogo da volta ocorreu no maracanã. Portanto, pare de bajular um time que sempre precisou da arbitragem para ganhar seus titulos. Fica feio para um jornalista conceituado como vc. Desculpe a falta dos acentos e pela precariedade da pontuação, o teclado não está ajudando mt.

  • Vascão Bicampeão da América e Tetrabrasileiro

    Correção : a derrota PARA O FLAMENGO (caso do suborno ao goleiro do Liverpool, sr. Bruce grobelaar).

  • Leandro

    E aí????

  • Luciano

    Olá! Não vi esse Inter jogar, pois não era nascido em 76. O melhor Inter que eu vi, foi este, que jogara no fim dos anos 80:
    Taffarel, Luís Carlos Winck, Aloísio, Nenê e Laércio; Norberto, Gilberto Costa e Luis Fernando. Heider, Amarildo e Balalo.

    O melhor 4-3-3 que eu já vi, entretanto, nunca, jamais ganhou nada de ninguém. Mas poucos times jogaram o futebol de forma tão encantadora como esse.

    Um abraço!

  • Dzi Betão

    Mauro, excelente e substanciosa entrevista com o Mestre Rubens Minelli.
    Acabei de assistir ao Programa Bem Amigos (Bem Traíras) e o nosso apresentador Malão Bueno e os seus comentaristas tiveram um programa inteiro para explorar a presença do Mestre e não souberam. Aliás, perdão, nem podiam, pois o egocêntrico não deixa ninguém falar.

    ST (saudações tricolores – Rio de janeiro)

  • Alexandre

    Tratava-se de um grande time. Mas que teve uma campanha avassaladora porque não enfrentou todos os grandes times da época, graças à uma daquelas fórmulas exdrúxulas da era anterior aos pontos corridos.

  • http://rumoatokyo.wordpress.com Alan de Almeida

    Será que alguma boa alma possui os DVDs ou VHS ou qualquer coisa que mostre esse timaço do Inter jogando?
    Jà tinah curiosidade em ver essa equipe, agora então…

  • Márcia Cunha Souza

    – Muito bom e verdadeiro o comentário/relato sobre os “títulos” roubados que o Framengo levou! uma vergonha nacional acorbertada pela grande mídia. Parabéns por nos faxer lembrar das roubalheiras!

  • http://decarrinho.wordpress.com Francisco Luz

    Alexandre, o Inter jogou em 76 contra Grêmio (3 x 1), Santos (3 x 1), Palmeiras (1 x 0), Fluminense (1 x 1), Corinthians (1 x 2 e 2 x 0 na final) e Atlético-MG (2 x 1).

    Me mostre um time que tenha um desempenho assim contra os maiores rivais em campeonatos brasileiros antigos, quando ninguém foi campeão jogando contra todos, e pode dizer que o Inter foi bem só por causa da fórmula.

  • Luiz

    O Vascão Bicampeão da América… tem toda a razão. Há um endeusamento do time do Flamengo da década de 80 que não se justifica. Era um timaço? Com certeza. Quase uma seleção. Muitos dizem que era imbatível. Isso é uma falácia. Como ele disse, os Brasileirões de 80 e 82 (em 83 não sei) tiveram erros grotescos de arbitragem sempre em favor do Fla. Em 81 na Libertadores, não foi erro foi outra coisa que nós sabemos. Aceitem ou não. São os fatos. Não foi um penaltizinho não marcado, foram sucessivos erros que devem ter sido financiados…

  • Vascão Bicampeão da América e Tetrabrasileiro

    Havera muitos flamenguistas que me chamarão de invejoso, mas não existe inveja. Torço para um clube vencedor, que superou barreiras, ganhou diversos títulos de expressão, foi o 1º campeão do Maracanã, foi o clube que ganhou mais títulos estaduais de forma invicta, o Vasco foi também o time do capitão do 1º título mundial da seleção brasileira (Mestre Bellini), foi o primeiro campeão continental da história do futebol mundial, antes de Real Madri, Milan, Boca Juniors, Peñarol, River Plate, Cruzeiro, São Paulo, Santos, Barcelona, Grêmio e outros. A questão toda é que a mídia (e vc, Mauro, apesar de toda sua competência, compõe essa mídia) fica endeusando o time de Zico, Leandro e Júnior de forma exaustiva, excessiva, exagerada, e é fato que, apesar de ser muito forte, só conseguiu ganhar muitos de seus títulos com ajuda de arbitragens “amigas”. Não é brincadeira isso. Todos os times possuem pelo menos um título com ajuda do juiz, inclusive o próprio Vasco, meu time de coração, mas igual ao Flamengo é impossível. Foram 3 Brasileiros, 1 Libertadores e 1 Copa Toyota (desculpem-me os gremistas, são-paulinos e santistas, mas esse campeonato, por mais que fosse de alto nível, não é reconhecido pela FIFA, que é a entidade máxima do futebol), isso só para citar os favorecimengos em campeonatos realmente importantes e da Era Zico (logo, não falarei das inúmeras vezes em que meu time foi prejudicado em decisões de Carioca contra o time da Gávea). Eles deixariam de dizer que são pentacampeões (erradamente), para dizer erradamente que são bicampeões (o título de 87 não é reconhecido e Sport e Guarani foram à Libertadores de 88, mas falarei disso em outra ocasião). Além disso, o ÚNICO TÍTULO INTERNACIONAL OFICIAL do Flamengo seria a Mercosul de 99. São os fatos. Assistam aos vídeos da Era Zico/SeleFla e constatem que, muito embora quase todos aqueles jogadores fossem, de fato, gênios da bola, (Mozer, Raul, Zico, Júnior, Leandro, Andrade, Adílio) muitos de seus títulos foram alcançados de forma bastante reprovável e inaceitável (para aqueles que, como eu, são a favor de um futebol sério, limpo, transparente e que premie, realmente, o melhor em campo). Saudações vascaínas. ” O sentimento não pode parar. ” JJJAAAMMMAAAIIISSS !!!

  • Mengão Pra Sempre

    Chooooooooooooooooooora, Viiiiiiiice. Choro é de graça e faz bem, ainda mais na Segundona.

  • Vascão …

    Chorar ? Pq? Torço para um clube vencedor, que tem estádio, tem 2 títulos sul-americanos, sempre foi potência futebolística, pan-americana, olímpica e paraolímpica, foi o 1º clube a aceitar negros e operários no time, numa época em que futebol era só para a elite econômica e intelectual. Caímos para a Série B? Sim, mas tantos clubes gigantes como o Vasco já caíram também. Palmeiras, Grêmio, Botafogo, Fluminense, Corinthians, Atlético-MG. Até o Milan já caiu para a Série B do Calcio. A tendência é que, mais cedo ou mais tarde, aconteça com todos os clubes do mundo. Mesmo assim, mesmo estando na Segundona, continuo um apaixonado, um ” louco alucinado, meio inconseqüente”, com a licença de Zezé Di Camargo e Luciano. O Corinthians voltou forte, com um investimento pesado enquanto estava na Série B, e entra 2009 como um dos principais favoritos aos títulos do paulista, da Copa do Brasil e do Brasileirão. O Palmeiras e o Grêmio estão na Libertadores, competição da qual vocês, de forma inacreditável, ficaram de fora, apesar do investimento maciço da Petrobrás em seu clube. Lideraram por 10 rodadas, disseram que Brasileiro era obrigação, que a festa do hexa já estava pronta (sem penta, mas vocês gostam realmente de se iludir, então façam como quiserem). Vocês se dizem tão grandes, dizem que todos invejam o Mengão, que a torcida arco-íris prefere o mal do Flamengo ao sucesso de seus respectivos times, mas não foi a torcida do Vasco, ou dos outros 2 grandes do Rio que fizeram a Vascobreloa, a VascoLiverpool, a VasGrêmio etc. Já o Flamengo … O que dizer da Fla-Madrid, da Fla-Manchester, da Fla-Fiel, da Fla-SP, da Fla-Boca, da Fla-LDU. Essas realmente existiram. Garanto também que mais da metade da torcida do Flamengo preferiu ver o time milionário do Fra fora da Libertadores, onde ganharia muito dinheiro, encheria mais estádios, atrairia mais patrocinadores e pagaria parte da astronômica dívida com diversos órgãos públicos e dívidas trabalhistas com ex-jogadores a ver o Vasco escapar da Série B. Vocês não são primeiramente flamenguistas, mas sim anti-vascaínos, depois anti-tricolores e, talvez o sentimento anti-botafoguense se equipare ao amor pelo Flamengo. Já eu, jamais preferiria ver meu time, especialmente após tanto gasto de dinheiro, fora da Libertadores, apenas com a recompensa de ver meu maior rival Flamengo na 2ª. Antes de tudo, SOU VASCAÍNO. Não sou hipócrita. Teria um gosto enorme de ver esse clube arrogante, iludido e flacassado na Série B. Seria um dos fatos mais justos da história do futebol. Um clube apadrinhado pela mídia, que esconde todas as falcatruas e os favorecimengos que ajudaram Zico e cia a ganharem seus títulos no início dos anos 80. Seria um prêmio poder assistir aos hipócritas que malham Eurico Miranda, esquecendo-se de Kléber Leite, Márcio Braga, Edmundo Santos Silva (por onde andará). Só para fechar : vocês continuam com uma dívida moral conosco. Podem me xingar, podem espernear, gritar, soltar a franga (flamenguista adora isso mesmo), mas contra fatos não há argumentos. Nós vencemos um jogo que não valia nada para nós (1992, contra o São Paulo, pela 2ª fase do Brasileiro desse ano) e classificamos vocês à final. Esse foi, podem espernear e gritar de novo, O ÚNICO TÍTULO BRASILEIRO HONESTO de vocês. Logo o que vocês dependeram de nós. Essa alegria e esse argumento vocês não tirarão dos cruzmaltinos. Jamais ! Após os títulos de 80, 82 e 83 com AMPLA ajuda de árbitros e da CBF e do título que não é reconhecido de 87, vocês conseguiram, enfim, ganhar algo de forma limpa, MAS SÓ ALCANÇARAM ESSE FEITO GRAÇAS AO GIGANTE DA COLINA, ÚNICO CARIOCA COM ESTÁDIO E COM DOIS TÍTULOS DA AMÉRICA ! AGÜENTEM ! NADA MUDARÁ ISSO, E A SÉRIE B É QUESTÃO DE TEMPO PARA VOCÊS ! HAVERÁ JUSTIÇA NO FUTEBOL, E OS FAVORECIMENGOS DE 95, 2001, 2002, 2004, 2005 NÃO ACONTECERÃO NOVAMENTE !

  • Eduardo Menezes

    Baita entrevista Mauro, parabéns.

  • Pedro Luiz

    Campanha dos finalistas em 75
    PARTICIPANTES PG J V VT E D GP GC SG
    1º Internacional (RS) 58 30 19 12 8 3 51 12 39
    2º Cruzeiro (MG) 49 29 15 9 10 4 39 15 24
    3º Fluminense (RJ) 48 28 16 12 4 8 51 26 25
    4º Santa Cruz (PE) 42 29 13 6 10 6 42 27 15

    Campanhas dos finalistas em 76
    PARTICIPANTES PG J V E D GP GC SG
    1º Internacional (RS) 54 23 19 1 3 59 13 46
    2º Corinthians (SP) 38 23 13 6 4 31 17 14
    3º Atlético (MG) 36 22 11 7 4 40 18 22
    4º Fluminense (RJ) 35 22 11 7 4 34 19 15

    Os números falam por si só.

  • SILVIO BASSANI

    Existe foto a cores do Inter Campeão Brasileiro de 1976 no dia do jogo final com o Corinthians no Beira Rio, até hoje eu só vi foto a cores de jogos anteriores ao da final. Essa é difícil não é mesmo?

  • SILVIO BASSANI

    O Inter era um timaço mas acho que faltou ganhar a Libertadores na década de 70, chegou perto em 1980 mas ficou com o vice, uma pena né?

  • SILVIO BASSANI

    O Inter era um timaço na década de 70 mas acho que faltou o título da Libertadores. O Cruzeiro em 76 venceu o Inter e conquistou merecidamente a Libertadores. O Cruzeiro com Jairzinho provou que era melhor.

  • Marco Aurelio Castaldo Andrade

    Este time do Inter foi imbatível, praticamente. Perdeu para o timaço do Cruzeiro, em 1976, graças a falhas individuais de Figueroa (2 vezes) e Caçapava. Mesmo assim, acabou 5×4.

  • Alex

    Inter menor que fla 82? estão de brincadeira… o inter era melhor nos dois aspectos….. naquele tempo os jogadores não saiam do país e o campeonato era de alto nível… tal desempenho hoje é facil…todos ruins… “Em terra de cego,quem tem um olho só é rei”.

  • Mauro Berres

    Dizer que o Fla/82 era melhor que o Inter dos anos 70 não resiste aos números. O Flamengo só conseguiu ser campeão quando o timaço do Inter acabou. Em 1980 o Falcão nem jogou mais semifinais e em janeiro de 1981 foi para a Itália. A base do Fla/82 já existia em meados de 1970 (Zico, Júnior, etc.). E nunca chegou em final nenhuma (levava surra do Fluminense, a “supermáquina”, lembram?). E o Flu apanhava do Inter (levou 2 em pleno Maracanã). Em 1979, o Flamengo levou 4 do Palmeiras na semifinal. E aí o Palmeiras apanhou do Inter. Quando aquele time do Inter acabou, abriu brecha aos demais. Entre eles, o Flamengo. Isso é história. É fato. E a razão disso é simples: o time tinha Manga, Cláudio, Figueroa, Marinho Peres,Caçapava, Falcão, Batista, Jair, Valdomiro, Lula, Escurinho, Carpeggiani, Mauro Galvão, Mário Sérgio, etc. Depois desse, nenhum outro time no Brasil teve elenco parecido.

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    O Internacional de 1976 seria o Campeão Brasileiro de melhor aproveitamento, mesmo que “expurgássemos” jogos contra times inexpressivos, presentes no campeonato, por interesses da ditadura militar. O Colorado de Rubens Francisco Minelli, Figueroa, Falcão, Valdomiro e Lula, e antes também de Paulo C. Carpegiani, derrotou o Grêmio, o Santos, o Santa Cruz, melhor time do nordeste na época (5X1), o Palmeiras duas vezes (de forma inédita em S. Paulo: 2X1), o Botafogo-RP de Sócrates, também duas vezes, a Ponte Preta, de Oscar e Polozzi, entre outros, a Portuguesa, vice-campeã paulista na temporada anterior (3X0 como em 1975….quando também bateu a Lusa em São Paulo, por 2X0….), superou o Atlético-MG, com gol antológico na semifinal, perdeu para o Coritiba e o Corinthians. Porém, contra o grande clube paulista houve revanche na decisão: 2X0. O único empate na campanha ocorreu contra o Fluminense. Grande Minelli. Uma ocasião o entrevistei por telefone. Ressaltou que a diferença daquele timaço – seguramente um dos quatro ou cinco melhores do Brasil em todos os tempos – para a Holanda de 1974 (apontada erroneamente como principal influência) era exatamente a preservação das posições fixas. Talento e força somados como poucas vezes se viu em uma equipe. A raiz da escola? Provavelmente a Hungria, lá de 1953-54.