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4 de junho de 2008 | Blog Mauro Beting
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Arquivo de 4 de junho de 2008

AO VIVO – CORINTHIANS 3 X 1 SPORT

quarta-feira, 4 de junho de 2008

[[[[[[[[[[[[[POR MOTIVO DE ESCALA NA RÁDIO BANDEIRANTES, ESTOU NO MORUMBI]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]]

CHUTE INICIAL – 1 X 0 CORINTHIANS

TOQUE FINAL – Jamais na história da Copa do Brasil uma equipe havia marcado três gols como mandante no jogo de ida de uma decisão. E não tomava nenhum até os 45min16, quando Enilton recolocou o Sport na decisão.
Desde que, claro, jogue muito mais do que atuou no Morumbi, onde o Corinthians voltou a ser Corinthians muito cedo, em 2008. Fez 2 a 0 com 22 minutos. E mesmo discutindo o segundo gol, a superioridade foi indiscutível. Mais uma vez o estádio jogou tanto quanto o Timão.
O Sport parecia morto. Eliminado. Vice. Mas fez um gol que ainda pode valer muito. Se o Sport e a Ilha fizerem o que o Corinthians e o Morumbi fizeram.


CORINTHIANS:
(4-2-3-1); Felipe; Carlos Alberto, Chicão, William e André Santos; Fabinho e Eduardo Ramos; Alessandro, Diogo Rincón e Dentinho; Herrera.
(Lulinha nem no banco, machucado no quadril.)

SPORT:
(4-3-2-1); Magrão; Luizinho Netto, Igor, Durval e Dutra; Daniel Paulista, Sandro Goiano e Fábio Gomes (o volante ganha o lugar de Everton, que foi para o banco); Luciano Henrique; Carlinhos Bala e Leandro Machado.


COMEÇOU (21h53) – Heber Roberto Lopes (PR) apita. André Santos se manda e Carlinhos Bala o segue. Timão vem para cima.

5min – Belo contragolpe, Dentinho manda por cima. Sport tenta tranqüilizar o jogo, mas Fiel empurra o Corinthians. E Dentinho repete o lance, mas, de direita, mandando por cima de Magrão, 40 segundos depois.
Igor e Luizinho Netto precisam ficar mais espertos. Sobretudo o lateral, o encarregado de vigiar o Dentinho que se manda pela esquerda e, muitas vezes, vira mais um atacante no 4-2-2-2 que um terceiro meia.
Leandro Machado fica muito isolado.

15min – Timão precisa apostar mais na velocidade que no cruzamento sobre a boa defesa do Sport (no jogo aéreo). Rubro-negro só tenta a ligação direta para L.Machado. Romerito faz muita falta.
Bala faz taticamente boa partida. Mas terá pernas para o contragolpe? Daniel Paulista segue Rincón, F.Gomes vigia Alessandro e Sandro Goiano tenta criar algo.

15min58s – Carlos Alberto perde a maior chance do jogo. Dutra não o acompanhou e ele mandou à esquerda de Magrão.

16min48s – Herrera rouba a bola e Diogo Rincón foi travado na finalização. Timão bem melhor.

18min23s – DENTINHO.
1 X 0 CORINTHIANS.
BATE-REBATE NA ÁREA DEPOIS DE ESCANTEIO, DANIEL PAULISTA SALVOU O GOL EM CIMA DA LINHA, MAS, NA SOBRA, DENTINHO MARCOU O PRIMEIRO GOL DESDE 23 DE MARÇO. HAVIA 13 JOGOS NÃO MARCAVA.
JUSTO, JUSTÍSSIMO.

22min45s – HERRERA.
2 X 0 CORINTHIANS.
GRANDE ARRANCADA PELA ESQUERDA, ANDRÉ SANTOS ARMOU O LANCE COM DENTINHO, QUE SOLTOU PARA DIOGO RINCÓN QUE DEIXOU PASSAR PARA HERRERA MARCAR DE CANHOTA UM GOLAÇO EM GRANDE CONTRAGOLPE.
Na origem da jogada, Carlos Alberto dividiu com Luciano Henrique e o árbitro nada marcou.
No estádio, confesso, no primeiro momento, vi falta.
Pelo monitor na cabine, fiquei com a impressão de nada ter acontecido – num dos ângulos.
Por outros, marcaria a falta…
Enfim, lance discutível.

27min – Torcida canta o hino corintiano enquanto o Sport, enfim, vem para o jogo.
Mas Igor deu bobeira, Magrão completou o serviço, e quase Herrera ampliou. Sport perdidinho…

32min – Corinthians tira um pouco o time do campo do Sport. Normal. Não quer tomar o gol em casa. Até porque o contragolpe alvinegro é mais perigoso que a criação pernambucana. Lento e sem idéias, o Sport só chega na bola parada. E quase todas as divididas são alvinegras. Dese o ataque. Em termos, lembra muito a bela partida contra o Goiás, no mesmo Morumbi.

39min – Muito recuado o Corinthians, o Sport sai para o jogo. Mas é notável a superação paulista. Alessandro divide todas, Dentinho agora é quem marca Luizinho Netto. O Sport ataca como se estivesse na Ilha. Mas sem o essencial apoio que emana das arquibancadas.

INTERVALO – Belíssima partida corintiana. Até os 22min, 2 x 0 foi pouco. O Sport sentiu e só foi tentar algo nos 15 minutos finais. Mas pouco produziu.
A questão para Nelsinho: depois de mau primeiro tempo, melhor não arriscar tanto?
E Mano? Que tal uma blitz final para conquistar um resultado maior e praticamente irreversível?
PLACAR VIRTUAL PRIMEIRO TEMPO : 8 X 1.

RECOMEÇOU (22H56) – Roger no ataque do Sport. Saiu Luciano Henrique. Era o caso? Leão com três atacantes. Bala e Roger pelas pontas, e Leandro centralizado. Não seria nelhor Enilton aberto pela esquerda?

2min – Leandro, sozinho, manda em cima de Felipe. Sport acorda.

7min – Muito recuado, o Timão aceita a pressão do Sport, que coloca a bola no chão, usa o 4-3-3, e volta bem melhor.

9min – Diogo perde grande lance em cabeçada esquisita.

12min – Timão sai um pouco mais para o jogo e equilibra a partida.

13min – Impedido, Leandro Machado é derrubado por William. Heber marca o pênalti e só depois vê a marcação correta de impedimento anterior.
Heber, Heber…

14min – Bala quase faz o primeiro pernambucano. Timão dá mole no setor de A.Santos.

15min – Acosta no lugar de Rincón, que não está 100% fisicamente. Bom jeito de tentar segurar o Sport no campo dele.

23min – Eduardo Ramos deixa o campo e entra Nilton para ajudar na bateria antiaérea corintiana. Poderia esperar um pouco mais, o Mano.
Everton entra no Sport. Sai Sandro Goiano, que não marcou, não bateu, e também não criou.

29min – Enilton, enfim, em campo. Sai o cansado Leandro Machado.

30min47s – ACOSTA
3 X 0 CORINTHIANS.
FALHOU IGOR, O INCANSÁVEL HERRERA ACREDITOU, E TOCOU PARA O URUGUAIO FAZER O GOL MERCOSUL CORINTIANÍSSIMO, DE CANHOTA.
GRITOS DE “É CAMPEÃO”, NO MORUMBI.
DESSE JEITO, QUEM DUVIDA?

33min – Escanteio bola no travessão de Felipe.

35min – Roger de cabeça, defesa espetacular de Felipe, para escanteio.

40min – Fábio Ferreira no lugar de Alessandro.

42min – Nenhum time havia marcado três gols num jogo de ida na história das finais da Copa do Brasil.

45min16s – ENILTON.
1 X 3. SPORT!
Gol providencial. Em jogada por dentro de Bala.
O Sport vive na Ilha.
Não é mais impossível. Mas continua difícil.

FIM DE JOGO.
JUSTÍSSIMO.

Soltando rojão

quarta-feira, 4 de junho de 2008


De madrugada, ouvi rojões pouco antes de dormir, em casa, na zona Sul paulistana.

Pensei quem poderia ser o estúpido que poderia ter feito aquilo, naquela hora.

Mais tonto fui até lembrar, depois de minutos, que vivemos a véspera de uma baita decisão em São Paulo.

Talvez eu não tenha sido tão idiota como a anta que explodiu rojões perto do hotel da delegação do Sport, a não muitos metros do hotel do Corinthians.

Os rojões incomodoram o sono dos dois clubes.

Como já incomodaram sonhos de rivais do Sport, em Recife, e como encheram os piquás dos rubro-negros antes do jogo em São Januário.

Também acontece em Porto Alegre. Sei que acontece (menos) em Belo Horizonte. Mas costuma ser regra pelo Brasil: ninguém poder dormir direito na véspera de um grande jogo.

Em vez da discussão das armas do equilibrado jogo da noite, falamos das pirotecnias cafajestes e dos espíritos armados para a “batalha” do dia.

Durma-se com um barulho desse baixo nível.

E



Fluminense 51% x 49% Boca Juniors

quarta-feira, 4 de junho de 2008



O Boca não é mais favorito. Mas ainda é Boca.
O Fluminense, se tiver consciência de que também não é favorito, decide o título contra a L.D.U.
Aí, sim, como favorito.

O FLUMINENSE SERÁ FINALISTA SE…

Jogar o que tem jogado no Rio, na Libertadores; respeitar (e não temer) o Boca; só lembrar que tem dois empates para se classificar ao final do jogo; Thiago Neves repetir a ótima atuação de Avellaneda, encostando em Washington, e arriscando tiros longos contra o fraco goleiro argentino; Thiago Silva tampar Palermo e ainda avançar para botar pilha na excelente bateria aérea tricolor (17 gols em 2008); Washington repetir a performance contra o São Paulo e não ficar isolado; se Conca organizar o jogo e ajudar Neves a criar; Gabriel apoiar como de costume (e marcar muito melhor que o usual); Júnior César atropelar Vargas (substituto de Chávez) e fazer o jogo para cima de Ibarra (que volta sem ritmo); Cícero der um pé no combate a Ibarra (“o mais brasileiro dos laterais argentinos”, segundo definição da imprensa platina”), e ainda jogar para cima de Vargas – ou repetir a mudança tática que deu certo no início do confronto contra o São Paulo, no Rio, com o volante ao lado de Washington; se Ygor voltar melhor que nos últimos jogos e trancar a entrada da área e ainda ser o back-up de Arouca; se Riquelme sentir os problemas gástricos mais do que o esperado; se Luiz Alberto der um jeito em Palacio e na cobertura a Júnior César.


O BOCA SERÁ FINALISTA SE…
Repetir o que fez em 23 dos 26 mata-matas em Libertadores, desde 2000; se Riquelme for Riquelme; se Palermo conseguir superar Thiago Silva; se Palacio se movimentar às costas de Júnior César e Gabriel; se Dátolo fizer o que sabe sobre Gabriel; se conseguir com ele e com Vargas, do outro, trancar o apoio dos alas cariocas; se Ibarra apoiar com a qualidade que tem; se Battaglia conseguir conter Thiago Neves; se Conca foi encaixotado pela marcação portenha; se a zaga não falhar tanto no jogo aéreo; se Morel não tiver problemas com alguém caindo pela lateral esquerda; se o goleiro, qualquer um, jogar mais do que sabe; se o Fluminense confundir manha com violência; se o Tricolor lembrar demais do histórico do Boca; se o time xeneize for o de sempre em decisão, sobretudo fora de casa.

Corinthians 52% x 48% Sport

quarta-feira, 4 de junho de 2008


[[[[[[[[[[O CHUTE SE REFERE APENAS AO JOGO DE IDA]]]]]]]]]]]]]]]]]]]


O CORINTHIANS GANHA SE…
A torcida alvinegra continuar jogando junto e melhor que o próprio time, no Morumbi; se Herrera seguir iluminado com os gols, assistências e a raça que anima qualquer equipe; se Lulinha se recuperar das dores, e, Dentinho, os gols que não anota há 13 jogos; se Diogo Rincón conseguir manter o ritmo (apesar das dores no joelho) como o terceiro armador; se o Sport insistir em ficar muito atrás e atuar com três zagueiros contra apenas Herrera no ataque – abrindo o meio para a chegada de Lulinha e Dentinho; se o Timão botar a bola no chão e usar a velocidade contra uma zaga pesada; se Eduardo Ramos conseguir sair para o jogo sem ser molestado; se Alessandro entrar no lugar de Lulinha, e atuar aberto como fez nos primeiros 20 minutos contra o Botafogo, no jogo de volta; se os quatro pendurados “esquecerem” os cartões; se a ausência de Romerito for tão sensível como deverá ser; se André Santos voar e criar pelo lado esquerdo, com a guarida de Carlos Alberto do outro lado; se Chicão e William mantiverem o ótimo nível à frente do decisivo Felipe.

O SPORT VENCE SE…
Luciano Henrique conseguir fazer a transição como Romerito, se ajudar a compor o meio-campo como o meia ausente, e se não deixar Carlinhos Bala e Leandro Machado isolados; se Bala abrir às costas de André Santos para puxar o contragolpe; se o time tentar nos minutos iniciais uma blitz para marcar um gol e ampliar a vantagem e a pressão sobre o mandante; se Luizinho Netto recuperar a forma e o pé na forma; se o desgaste da jornada dupla não pedir a conta no Morumbi; se a equipe de Nelsinho repetir o primeiro tempo em São Januário e esquecer a segunda etapa no Rio; se Dutra não der tanto espaço para Lulinha (ou Alessandro) por seu setor; se Sandro Goiano marcar como sabe, e não bater além da conta como gosta de exagerar; se Daniel Paulista esquecer que é um dos seis pendurados e querer continuar mostrando o bom futebol que não apresentou no Corinthians; se os volantes, com a bola, jogarem e aproveitarem o poder de marcação menor do meio-campo corintiano; se o Timão insistir na bola aérea (vritude rubro-negra); se Magrão mantiver o bom nível de suas últimas atuações;

@#$ BUMBA MEU BLAG! @#$

quarta-feira, 4 de junho de 2008


ESCREVE COSME MACHADO


Desde que iniciei meus estudos, ainda moleque – e vejam, eu nasci nos Estados Unidos do Brasil – aprendi que o Brasil é uma República Federativa com a UNIÃO INDISSOLÚVEL DE ESTADOS E MUNICÍPIOS.

Quem nasce no Brasil é brasileiro, independente da sua naturalidade, ou seja, Estado de nascimento.

Portanto, caros irmãos brasileiros o que deve ser discutido aqui não é raça, etnia, sexo, credo etc.

O que interessa realmente são os atos errados que pessoas e autoridades cometem seja aqui no nosso país ou em qualquer lugar do planeta! Uma sucessão de erros aconteceram de todos os lados: do árbitro, do Náutico, do atleta e dos policiais.

Uma sociedade séria deve repudiar todos esses fatos e exigir das autoridades competentes que eles não se repitam.

Sou carioca, torcedor do meu Glorioso Botafogo, brasileiro e, se não posso dizer que tenho orgulho do meu país, posso dizer que tenho orgulho de respeitar os sentimentos, origens, raça, opção sexual e credo das pessoas.

Peço assim que todos nós brasileiros nos unamos em repúdio a acontecimentos como esse, seja no esporte e em qualquer segmento em que o direito do povo tenha que prevalecer.

Só assim podemos nos sentir cidadãos de verdade vivendo em harmonia em um país sério.

Obrigado!

ESCREVEU COSME MACHADO

O Sport

quarta-feira, 4 de junho de 2008


PAPO DE BOTECO com WAGNER SARMENTO, repórter do Jornal do Commercio


BLAG – Sem Romerito, o melhor jogador rubro-negro em 2008, qual o melhor meio de armar o Sport para o jogo do Morumbi? Mais um volante ou Luciano Henrique?
WAGNER SARMENTO – O Nelsinho Batista costuma antecipar a escalação, mas desta vez optou pelo mistério. Fato é que a presença do meia Luciano Henrique entre os titulares é praticamente garantida. A dúvida fica entre atuar com um terceiro zagueiro ao lado de Igor e Durval – no caso César – ou jogar com três volantes. A segunda hipótese me parece mais plausível, porque não modifica o esquema adotado no time pernambucano. Se optar por manter o 4-4-2, Nelsinho deve entrar com Fábio Gomes ao lado Daniel Paulista e Sandro Goiano. É assim que o Leão se comporta melhor.

BLAG – A Ilha do Retiro é o principal trunfo da equipe?
WAGNER – Não há dúvida. Seria leviano dizer o contrário. Mas o Sport não é só isso. A equipe arrancou um 0 a 0 com o Palmeiras no Palestra Itália e segurou o ímpeto do Internacional no Beira Rio, perdendo só por 1 a 0, placar reversível para o duelo de volta. O Leão tem um time experiente, que sabe se comportar fora de casa. A má atuação e a postura inadequada em campo diante do Vasco da Gama em São Januário lançou dúvidas sobre o arrojo do Sport longe de seus domínios, mas há de se considerar que a performance foi reflexo da boa vantagem conquistada em casa. Jogar uma final contra um time da força e tradição do Corinthians jamais será tarefa fácil, mas os rubro-negros têm condições de conseguir um bom resultado para decidir o título em seu caldeirão, a sempre fervente Ilha do Retiro, apelidada pelos bem-humorados torcedores como Ilha de Lost.

BLAG – O fato de Nelsinho ter poupado pouco o elenco no BR-08 pode pesar para um elenco tão experiente e, por tabela, envelhecido?
WAGNER – Você tocou num ponto importante. Esse “peso” da seqüência de jogos já reflete no elenco. O lateral-direito Luisinho Netto, por exemplo, já tem sentido. Não consegue repetir as atuações decisivas de até um mês atrás. O atacante Leandro Machado é outro que, volta e meia, aparece contundido. Acredito, porém, que, como se trata de apenas dois jogos, o Leão não deve sentir muito o fato de não ter poupado atletas. Na hora da decisão, todo atleta tem sempre algo mais a dar. Os problemas podem começar a ressoar no Brasileirão, que é uma competição longa. Mas aí já é outra história.