A Copa e seus ensinamentos



Terminada a primeira rodada da Copa, é comum vermos listas dos melhores jogadores, melhores partidas e gols mais bonitos. É comum também que tentemos brincar com o futuro da competição. Quem vai melhorar? Quem parece não ter força? Quem vai decepcionar?

A Copa, além de mostrar tendências, times e jogadores, serve também como uma oportunidade de ficarmos distantes das cansativas picuinhas dos nossos cartolas.

De quatro em quatro anos é possível ver gente que nunca se viu, e possivelmente nem vai se ver, tentando se entender e driblar as dificuldades dos idiomas. Hábitos, danças, crenças e visuais diferentes são vistos a cada dia e ficam na memória por muitos anos.

A Copa da Rússia também tem sido a Copa das mulheres arrebentando nas narrações. Mostrando para muito marmanjo que a preparação e o brilho nos olhos continuam sendo indispensáveis.

Não dá para generalizar, mas também a Copa deve nos convidar, homens, ao inevitável F5: será mesmo que precisamos fazer graça para nossos amigos ridicularizando outras pessoas? Será que é mesmo engraçado fazer alguém, incapaz de entender o nosso idioma, repetir frases tolas que dizem muito mais de nós mesmos do que somos capazes de imaginar? Já não seria maduro de nossa parte se colocar na pele dos outros?

A Copa não precisaria nos ensinar sobre comportamentos, mas vale sempre uma dica para qualquer garoto mal comportado: o que envergonhar a própria mãe ou a filha é melhor não ser feito. Se não por você ou pelo seu crescimento pessoal, que seja para não envergonhar quem não merece ver o filho sendo muito pequeno em rede nacional.

 



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