Furacão novamente flerta com a novidade



Tudo indica que agora será a vez de Seedorf. Ele e o Atlético Paranaense têm conversado e o acerto deve estar bem próximo.

O que leva o Furacão a tentar vias diferentes das já manjadas, normais no futebol brasileiro? O clube acaba de se despedir do alternativo Fabiano Soares, treinador que construiu a carreira em Portugal e na Espanha, mas já busca há algum tempo sair do viciado mercado de treinadores brasileiros.

Em 2010, o nome era o Leandro Niehues. Juan Carrasco também passou pelo clube. Assim como Milton Mendes, Miguel Angel Portugal e até mesmo o alemão Lothar Matthaus. Não é e nem pode ser por acaso.

Fugir dos habituais nomes é tentar achar um ar fresco em ideias, é investir em filosofias diferentes e – em muitos dos casos – é gastar menos em busca de um objetivo que um investimento milionário também não garantiria resultados.

Seedorf tem uma boa noção do que é o futebol brasileiro e parece ter a ambição de crescer na nova profissão. Entretanto, ele, como muitos outros nomes que já treinaram o Furacão, também é uma aposta. E qual tem sido a avaliação da direção?

A sensação que passa é que o clube busca o novo, mas acaba rapidamente buscando outra novidade. Como explicar o curto espaço de tempo de permanência de tantos treinadores à frente do Atlético Paranaense?

Buscar o novo não é a solução, mas pode indicar caminhos. O grande problema é que o clube paranaense não parece ter paciência para esperar a caminhada. Tomara que com Seedorf seja diferente.



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