É possível acreditar na UEFA?



Rhian Brewster brilhou na conquista do Mundial Sub-17 pela Inglaterra. Contra o Brasil o menino marcou todos os três gols da vitória inglesa e logo depois levantou a taça e deu o título ao seu país.

No clube, Brewster, que é jogador do Liverpool, o menino vive a esperança de ser observado de perto por Jurgen Klopp e enquanto isso não é possível o menino desfruta da companhia de Gerrard – maior ídolo da história recente do clube.

Tudo deveria estar ótimo na vida do pequeno craque, mas não é bem assim. O Sub-19 do Liverpool enfrentou o Spartak Moscou e sofreu ofensas raciais por parte de um zagueiro do time russo. Não foi a  primeira vez.

Em Moscou, contra o mesmo Spartak, o nigeriano Adekanye não tocava na bola sem sofrer insultos e sem ouvir cânticos racistas.

A UEFA, que se diz atuante em campanhas contra o racismo, puniu o clube russo com a proibição da venda de 500 lugares no estádio. É bom que explicar os jogos de Sub-19 nunca têm nem a metade da lotação. Nunca é demais lembrar que a Copa do Mundo vai ser na Rússia e os problemas podem se repetir.

A UEFA brinca de posar pregando bons modos, mas a prática anda bem distante dos ideais que ela prega. Como explicar uma multa que não precisa ser paga? Não punir é não criar o conceito que ela tanto investe em divulgar nas faixas espalhadas pela Europa toda.

Se a UEFA tentar te convencer, não acredite. Ela apenas fala, mas age pouco.



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