Uma Copa sem Buffon



Saiu a Itália. A seleção quatro vezes campeã do mundo, após 60 anos, está fora da disputa da próxima Copa do Mundo. O tamanho da perda é gigante em termos históricos.

Vejo a Copa como uma grande festa. Como o encontro das maiores potências, como uma oportunidade de lembrarmos dos times que construíram a história do esporte.

É lá, na Copa do Mundo, que vamos lembrar do drible da escola brasileira, do passe argentino e também espanhol, da força (também do talento) do futebol alemão, da malícia africana, da garra uruguaia e da defesa italiana. O lamento é também estendido aos holandeses – que também não mereceram.

A Copa perde sem a Azzurra, mas a Itália, ainda que doa dizer, não mereceu a classificação. Sim, é bem verdade que muitas outras seleções não merecem e vão, mas o futebol italiano não foi representado por aquela seleção. Verdade seja dita, a Itália, nas duas últimas edições de Copa do Mundo, foi eliminada ainda na primeira fase.

Na noite da queda da seleção italiana em Milão, a imagem do mito Buffon chorando é a que fica. Logo ele que tantas vezes foi herói. Ver as lágrimas dele e perceber um exemplo como ele carregando o peso da eliminação é a maior crueldade que o futebol poderia fazer.

Se a Itália foi eliminada, a Suécia novamente volta ao Mundial. Com onze participações em Copas, a Suécia nunca havia ficado três edições de fora e correu o risco de ver isso acontecer na Rússia.



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