Empate em Salvador – melhor para o Galo



Cheio de desfalques, Oswaldo de Oliveira levou a campo, contra o Bahia, um Atlético bastante diferente daquele que sofreu e venceu o Atlético Goianiense durante a semana.

Apenas Victor e Fábio Santos tinham entrosamento na defesa atleticana e o adversário era um empolgado e acertado ofensivamente Bahia, fora de casa.

Com Bremer de lateral e Roger Bernardo de zagueiro, o Galo venceu o primeiro tempo com um gol marcado por Robinho, após boa jogada de Valdívia.

O Bahia de Carpegiani tinha a posse da bola e volume ofensivo de jogo. As raras vezes do Galo no ataque não resultaram em chances tão claras assim. O Bahia tinha volume, mas não tinha o controle do jogo. Era bom para o Galo, time que não tem tanta velocidade quando tem opções de ataque, que a bola ficasse com a adversário.

O segundo tempo foi novamente de ataques do Bahia contra a defesa atleticana. A diferença é que os gols saíram. Edigar Junio, duas vezes, marcou.

Luan entrou aberto pela direita, mas se encontrou em campo caindo pouco mais para o centro. Por lá, o maluquinho achou Robinho em mais um daqueles momentos. Pausa. Parece que o os adversários, os colegas de time e até mesmo os torcedores e espectadores já sabem que o que virá a seguir é um momento diferente. Robinho recebeu a enfiada de bola de Luan, dominou no peito e viu a bola, obediente, procurar a finalização que sairia de seu pé direito. Gol de empate.

O jogo, aberto e permissivo dos dois lados, é algo raro no futebol brasileiro. Bahia e Atlético não devem e não podem marcar oferecendo espaços como ofereceram no jogo da Fonte Nova.

O empate não resolveu os problemas dos dois técnicos, mas, até mesmo por causa dos diversos desfalques, o resultado foi melhor para o Galo.



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