A noite do dez



Eu não consigo mensurar qual o peso do jogo de Quito. O tamanho dá para saber, o jogo seria gigante. A Argentina correndo sérios riscos e o Equador querendo fechar bem a sua participação diante de seu torcedor.

O ataque argentino não funcionava, era o segundo pior ataque da Eliminatória, e Messi era cobrado e chamado de tudo o que não estava acostumado a ouvir.

O início aumentou o drama. O gol do Equador obrigou a seleção argentina a lutar ainda mais cedo. O jogo, que poderia ser de especulação e pouca objetividade, acabou ainda muito cedo sendo um jogo de risco ainda maior.

Chamado a ser Messi, ele colocou o jogo no bolso. Foram três gols. Todos os gols.

A noite messiânica do camisa 10 ainda não é a noite da redenção. Ele é e vai ser cobrado e comparado a outros gênios argentinos, mas hoje, em Quito, as lágrimas do argentinos foram de devoção ao imenso Messi.

Hoje o povo argentino reviveu momentos mágicos com o seu 10.

Ele que já foi chamado de Pulga, mostrou aos seu povo o que o mundo já experimentava. Gênio.

 



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