E lá se foi (de novo) Eduardo Baptista



Eduardo Baptista é o mais novo nome incluído na lista de técnicos demitidos durante o campeonato versão 2017. O Furacão teve sua sequência de bons resultados no Brasileiro interrompida, além de ter sofrido derrotas em casa na Libertadores e Copa do Brasil.

Sim, o desempenho caiu e Eduardo foi junto. O que pesa, e pesa bastante, é que o treinador trabalhou em apenas treze jogos à frente do Atlético. É muito pouco jogo.

Eduardo conseguiu acertar a equipe e também obteve bons resultados. O caminho poderia ser melhor e talvez a equipe tenha mesmo chegado a um limite, mas a direção preferiu provocar uma revolução no clube.

A saída do treinador provocou o pedido de demissão do manager Paulo Autuori, que era quem dava uma boa cara de profissionalismo ao departamento de futebol.

As próximas partidas no Brasileiro reservam diversos desafios para uma equipe que ou não terá treinador ainda ou vai ter um técnico que, obviamente, vai demorar um tempo para achar um time ideal.

Apenas no mês de julho o Furacão vai receber Cruzeiro, Botafogo e Ponte – jogos pelo Brasileiro. Fora de casa, Corinthians e Vasco da Gama. Sem falar, claro, do jogo da volta pela Copa do Brasil contra o Grêmio.

Vai ser difícil e não tenho motivos para acreditar que a mudança vá alterar bastante o desempenho do time em campo. Não estava bom com ele, pode estar pior sem ele.

Toda relação tem pelo menos dois lados e Eduardo Baptista também tem que se reavaliar. O técnico ambicioso, estudioso e motivado que se apresentou ao Palmeiras agora se vê frustrado após a segunda demissão na temporada.



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