Decisão está nas mãos de Dorival Júnior



Sai Rogério e entra… A direção ainda não confirmou, mas o nome para substituir Rogério Ceni é o de Dorival Júnior.

Entrei em contato com o treinador e ele confirmou o contato feito pela direção na noite de ontem. A expectativa é de que uma reunião seja feita hoje e possivelmente saia o acerto.

Perguntei ainda se a possibilidade de trabalhar no São Paulo agradava, Dorival reconhece o desafio e a grandeza do clube, mas destacou que nada ainda estava definido.

Em 2010, Dorival Júnior assumiu um outro clube na zona de rebaixamento. Com situação bem mais complicada na tabela de classificação, Dorival fez o time sair da zona de rebaixamento e escapar com três pontos acima do rebaixado, quatro vitórias a mais e na décima terceira colocação.



  • Em 2015 o Santos também estava no Z4 e terminou em quinto.

  • Emmanuel Deodato

    É preocupante a situação dos técnicos no Brasil. E não digo apenas pela forma com que os cartolas tratam a profissão.
    Se excluir o Dorival Júnior, quem teria capacidade de assumir o clube? O tempo passa e os nomes apenas circulam, como um ciclo sem fim.
    Fico extremamente feliz com a chegada de nomes novos, como Zé Ricardo e Jair Ventura, mas falta ainda no Brasil qualificação para os profissionais.
    Caso Dorival Júnior não assuma, quem poderia fazê-lo? Celso Roth? Oswaldo de Oliveira? É preciso modificar o pensamento do futebol brasileiro de forma geral, evoluir, crescer (bobagem repetir o mantra da Alemanha?).
    Os nomes (e os resultados) são sempre os mesmos.

  • Italo Mendonça

    Os treinadores brasileiros reclamam que os clubes não honram com os contratos, que são demitidos antes do tempo de trabalho, etc etc. Mas por que os próprios treinadores não fazem nada para mudar? Ora, são eles que substituem uns aos outros no primeiro convite horas depois da queda do seu colega de trabalho. Eu vejo uma saída muito simples que pode partir dos treinadores ou da CBF, como a CBF nada faz, que os treinadores façam sua parte. É simples, não assumam clubes com trabalhos terminados antes do prazo, não assumam times no meio da temporada, tenham consideração pelo outro e pela sua profissão. Apenas um núcleo de cerca de 30 treinadores são cobiçados na elite do brasileiro, se esses 30 treinadores tiverem unidos, os clubes vão sentir e muito. Se a classe se unir e pegar trabalho apenas no início da temporada, aproveitando o restante da temporada (em caso de demissão) para se aperfeiçoar, se capacitar, analisar e agregar mais ideias ao seu trabalho, será tudo melhor. A ressalva apenas aconteceria caso o próprio técnico se demitisse, ai o clube não teria “culpa” e os treinadores excepcionalmente poderiam entrar com o barco andando. Já pensou se isso fosse realidade? O São Paulo demitiria Rogério Ceni? Quem iria treinar o clube? A escolha inicial para treinador em dez/jan passaria por um verdadeiro planejamento, os dirigentes pensariam muito antes de escolher qualquer nome para o cargo. A solução está aí, agora desconfio também que muitos já viram isso, mas alguns talvez não queiram porque tempo para trabalhar só é bom para quem é competente, interessado, dedicado. E muitos são apenas oportunistas, que ficam de clube em clube sugando dinheiro.

    Lista dos treinadores atuais: Roger Machado, Eduardo Batista, Jorginho, Jair Ventura, Vagner Mancini, Fábio Carille, Mano Menezes, Zé Ricardo, Abel Braga, Renato Gaúcho, Cuca, Marcelo Oliveira, Levir Culpi, Rogério Ceni, Dorival Jr, Luxemburgo, Milton Mendes, Gallo, Guto Ferreira, Felipão, Celso Roth, Tite, Carpegiani, Dunga, Oswaldo de Oliveira, Argel, Cristovão Borges, Paulo Autuori, Muricy Ramalho, Ricardo Gomes e Ney Franco.

  • Rogerio Junior

    Complicado é trabalhar de segunda a sábado e no final do mês receber uma merreca pelo seu trabalho. Os caras recebem em um mês o que a maioria dos brasileiros não ganham no ano inteiro pra “trabalhar” como técnico de futebol. Detalhe: a maioria não tem nem ensino superior! Deve ser divertido brincar de Elifoot na vida real.

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