Na hora da decisão, Vitória muda os rumos do trabalho



Foram doze jogos. Onze vitórias e um empate. O Vitória está na final do campeonato baiano com uma incrível campanha que teve 100% de aproveitamento na fase de classificação.

Sim, é verdade que o time caiu na Copa do Brasil e que foi desclassificado pelo rival na semifinal da Copa do Nordeste, mas é preciso ter muita (ou pouca) convicção para demitir Argel faltando dois dias para a primeira partida da final e muito perto da abertura do Brasileirão.

Vale lembrar que o treinador demitido segurou o Vitória na primeira divisão do Brasileiro de 2016 e que a nova direção do clube baiano assumiu e sempre demonstrou pouco apreço ao trabalho de Argel.

Também é verdade que quem manda tem todo o direito de mudar e de alterar os rumos do time na temporada. O temor é a data da demissão. Será que vale a pena abrir mão de todo o trabalho que vinha desde a temporada passada? Será que vale a pena arremessar pela janela os cinco meses de convívio diário com os jogadores do atual elenco?

Já que a decisão já foi tomada, vamos ao outro problema: quem substituirá Argel? A direção tem uma bela carta na manga? Algum revolucionário foi descoberto nos últimos dias? Ou será que alguma velha raposa do futebol vai fazer mais do mesmo em menos tempo?

 



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