Palmeiras muda da água para o vinho e ganha o jogo



O tal jogo físico, cheio de encontrões e divididas esperado para o jogo do Uruguai não entrou em campo no primeiro tempo. Não foi preciso.

Eduardo Baptista fez a opção por entrar em campo com três zagueiros e Michel Bastos na esquerda. A ideia, pensando em um jogo com uma temperatura mais elevada, até parecia boa, mas não funcionou.

Após 45 minutos, o Palmeiras não finalizou e sofreu dois gols. O primeiro saiu com Affonso que segurou Mina, mas percebeu o colombiano cair e assistir a finalização.

O segundo, marcado por Junior Arias, saiu após cruzamento pela direita e a defesa, mesmo com os três zagueiros, não cortou e o atacante fez.

Mas não foi só a ausência de finalizações que incomodou. A postura do Palmeiras não agradou. O time teve menos a bola e errou mais passes. A defesa não se mostrou firme, o meio pouco criou e o ataque não bateu em gol.

O intervalo teria que ajudar o Palmeiras de alguma forma.

Eduardo Baptista  fez Tchê Tchê e Willian entrarem. Saíram Vitor Hugo e Egídio. Michel Bastos passou a ser lateral pela esquerda.

Da água para o vinho.

O Palmeiras que não finalizou na primeira etapa já bateu para o gol aos 3 do segundo e marcou com Willian, após boa jogada de Jean pela direita.

O segundo gol saiu aos 17 e de novo com Jean cruzando. A postura apática e distante do Palmeiras no primeiro tempo se transformou e o Palmeiras conseguiu virar o jogo.

Jean, de novo, fez boa jogada pela direita e colocou Willian na cara do gol. Gol!

O Palmeiras venceu um jogo totalmente perdido. O segundo tempo do time foi outro e ótimo.

Foi inadmissível ver o Palmeiras dos primeiros 45 minutos, mas foi muito bom ver a mudança de postura na etapa final.

 



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