Como explicar o West Ham?



Explicar o inexplicável é uma das tarefas árduas dos comentaristas. É óbvio que não temos as respostas para todos – talvez nem para poucas, mas sempre somos perguntados. É difícil explicar quais motivos levaram o técnico Roger Machado a não conquistar mais resultados à frente do Grêmio? Como explicar o Nice na liderança do Francês? Ou o que falar sobre os caminhos inversos que Botafogo e Inter pegaram?

Um outro caso de difícil explicação é o West Ham. Por que os Hammers, que foram tão bem na temporada passada, não conseguem  nem chegar perto da campanha anterior? Não sei!

É até cômodo falar nisso um dia após a vitória suada e fora de casa em cima do Crystal Palace. Ontem, após cinco jogos e todo um setembro sem vencer, o West Ham voltou a conquistar três pontos. Mesmo tendo Cresswell expulso no meio do segundo tempo.

A base do time da temporada passada foi mantida, o treinador permaneceu, o time foi às compras e as vitórias sumiram. Fica fácil falar que a mudança do estádio Boleyn Ground para o novo Olímpico de Londres é a culpada. Fica difícil acreditar que a coisa é tão simples assim.

Apontar hipóteses é uma das atribuições do comentaristas, mas ainda bem que o futebol e a vida não aceitam simples respostas prontas e preferem subverter lógicas.

A próxima rodada já mostra o lanterna Sunderland contra o West Ham. Será uma nova oportunidade de ver o time de Bilic se recuperar, agora em casa, e entrar no campeonato. Mas ainda bem que argumentos e opiniões ainda não ganham jogos.



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