Pernas pra que te quero… Croácia chega com “um jogo” a mais que a França na decisão



Esta Copa do Mundo está mostrando como detalhes fazem diferença. Como está difícil criar jogadas, a bola parada, os erros individuais ou uma vantagem em 1×1 fazem uma equipe sair na frente do placar e ajudam a decidir jogos e histórias. Um detalhe não tão pequeno é importante para a decisão: o físico.

Os croatas chegam de três prorrogações seguidas (Dinamarca, Rússia e Inglaterra), enquanto a França sempre avançou no tempo normal (Argentina, Uruguai e Bélgica). Ou seja, o time de Modric e Rakitic fez “um jogo” a mais que o de Griezmann e Mbappé. A França ainda terá um dia a mais de descanso até a decisão de domingo, porque jogou na terça-feira.

As duas seleções estrearam no dia 16 de junho, exatamente um mês antes da final. A França chegará com a carga de seis partidas, sendo que descansou boa parte dos titulares diante da Austrália, na última rodada da primeira fase. Os croatas terão este fator prorrogação como desvantagem, mas também pouparam nove titulares no último jogo da fase de grupos, frente a Islândia (apenas Modric e Perisic começaram o encontro).

A sobrecarga é maior e outro fator pode agrava-lo ainda mais. O time francês é extremamente físico. Kanté, Pogba, Matuidi, Mbappé… jogadores de muita força e resistência. Contra a Inglaterra, Modric e Rakitic mostraram cansaço, mas conseguiram manter o bom nível técnico no meio-campo – algo que ambos tiveram dificuldades contra Dinamarca e Rússia.

A final da Copa do Mundo terá muitos ingredientes e o físico será mais um deles. Normalmente são jogos muito equilibrados, com poucas ocasiões e um gol pode ser fatal. De 2006 para cá, nas últimas três decisões, apenas dois gols foram marcados no tempo normal e todas as decisões foram para a prorrogação. A pergunta é: quanto tempo a Croácia aguenta mais?

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