Surpresa total: oitenta anos depois a Alemanha cai na primeira fase de uma Copa do Mundo



O futebol talvez seja fascinante porque times muito melhores que outros podem perder jogando melhor ou pior. A Alemanha chegou à Rússia como atual campeã, a mais temida, favorita ao título. Vai embora tendo perdido dois jogos, ficando 15 segundos à frente no mercador (após o gol de Kroos contra a Suécia) e com a pior campanha de sua história.

Aqui as estatísticas ajudam a explicar o tamanho da surpresa: os alemães haviam jogado 18 Copas do Mundo terminando 13 entre os quatro primeiros. Nas quatro últimas edições foi ao menos terceira todas as vezes. Desde 1938 não caia na primeira fase – e naquele mundial a primeira fase já eram um mata-mata.

Ou seja, por mais que jogasse mal ou bem, avançava. Desta vez não foi suficiente. Vamos falar em vexame, ridículo histórico, desastre, vão buscar explicação na formação dos jogadores, na forma de jogar das equipes, nas decisões do técnico Joachim Low.

No entanto, aos 41 minutos do segundo tempo, Hummels teve a bola do jogo e cabeceou livre e para fora, quase da pequena área. O gol colocaria os alemães me primeiro lugar para jogar uma outra Copa que se inicia nos jogos eliminatórios. O problema é que quando você cria tão pouco precisa ser cirúrgico para não estar entregue à sorte ou ao azar. Fossem cinco ou seis chances, alguma fatalmente entraria.

Ao não criar, jogar tão lentamente e com tanta dificuldade de sair das defesas fechadas, a Alemanha ficou à mercê do acaso. Sábado Kroos marcou, nesta quarta não foi suficiente.

Uma grande decepção que poderia ser evitada quatro minutos antes do gol coreano e os alemães seguiriam vivos e temidos. O futebol é fascinante por isso. Cinco minutos, uma bola que bate no ombro e não na cabeça. Tudo muda. Dessa vez, pior para a Alemanha.

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