“A maior crise da história da Seleção”, Espanha demite Lopetegui a 56 horas de estreia



Menos de 60 horas antes da Copa do Mundo a Espanha, uma das favoritas, fica sem treinador. Julen Lopetegui acertou com o Real Madrid na segunda-feira e a demissão por parte da Federação na manhã de terça-feira. O motivo, segundo o presidente Luis Rubiales, não é o acerto com o maior clube do país, mas o fato de a RFEF não ter sido avisada da negociação.

Segundo o jornalista Guillem Ballagué, a proposta chega na sexta-feira e o técnico repassa ao seu empresário. Aceita na segunda-feira. A Federação fica sabendo 5 minutos antes do anúncio oficial e os jogadores são comunicados pelo técnico antes do treinamento de segunda.

“Lopetegui é um profissional impecável, mas temos que passar uma mensagem clara para todos da Federação: há umas formas que devem ser cumpridas”, disse o presidente. “Ninguém pode estar fora das regras”, acrescentou.

É uma questão de fazer o certo, independentemente do time, do futebol e de uma Copa do Mundo que começa em dois dias. A Federação usa a carta da ética, que faltou a Lopetegui e ao Real Madrid.

A imprensa espanhola qualifica a situação como “a maior crise da história da Seleção”. Pelo discurso de Rubiales, os jogadores não concordam com a decisão de demitir o técnico na véspera de começar a Copa do Mundo. Alguns atletas poderiam se rebelar pela decisão.

A maior crise da história ainda não acabou, a Espanha não tem técnico e a Copa nem começou.

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