900 milhões de euros: o Barcelona consegue o maior orçamento da história do futebol



Um grande clube pede um grande orçamento, mas parece que o Barcelona exagerou esse ano. Serão 900 milhões de euros para gastar, entre julho de 2017 e junho de 2018. Isso mesmo, 900 milhões de euros. 3 bilhões e 300 milhões de reais. O maior da história de um clube de futebol.

Tanto dinheiro assim motivado pela venda de Neymar que injetou 222 milhões nos cofres do clube, além do novo acordo de patrocínio máster e com a fornecedora de material esportivo, que vão render mais de 150 milhões nesta temporada.

Além disso ter um estádio para 99 mil pessoas, 150 mil sócios e um museu com a entrada de 28 euros e 1 milhão e 800 mil visitantes ao ano também ajudam e muito a engordar os cofres. Contratos de TV e premiações também entram na conta. Cada vitória na Liga dos Campeões, por exemplo, vale 1 milhão e meio de euros, além de 12,7 milhões só por estar na fase inicial.

Dinheiro como nunca, mas também muito com o que gastar. Até a temporada passada 70% do que o Barcelona ganhava era gasto somente com salários. Manter Messi, Iniesta, Suárez, Piqué e demais estrelas no elenco é ótimo, mas tem um custo altíssimo.

Se boa parte do que ganha vai para simplesmente manter os seus jogadores, quase não sobra dinheiro para contratar. É preciso ainda ir saldando uma dívida de 240 milhões de euros e planejar a reforma do Camp Nou que começa no ano que vem. Ainda não há um parceiro para colocar naming rights e abaratar a obra.

Ainda assim o clube fez a incorporação mais cara de sua história com Dembele, que custou 105 milhões de euros fixos, em uma operação que pode chegar a 145.

Não falta dinheiro, não faltam estrelas. No final da temporada vamos ver se a conta fecha. Mais que olhar para a conta bancária, o torcedor espera ter novos troféus para se orgulhar.



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