Expectativa x realidade da ótima geração belga



A Bélgica foi a primeira seleção europeia a se garantir na Copa do Mundo. Sete vitórias e um empate em seu grupo nas eliminatórias e mais uma chance de tentar mostrar que a tal ótima geração belga não foi um delírio.

Na verdade talvez as expectativas tenham sido altas demais. Essa seleção com Hazard, Mertens, De Bruyne, Lukaku, Witzel, Vertoghen e Cortouis é sim ótima. É um time cheio de jogadores que jogam em grandes clubes, as principais ligas do mundo.

O país não jogava uma Copa do Mundo desde 2002 e em 2014 conseguiu chegar até as quartas-de-final (havia sido semifinalista em 86, mas com o Mundjal de 24 seleções e sem as oitavas-de-final).

Agora está na Copa e terá mais uma oportunidade de fazer o seu papel. Fazer bons jogos, chegar ao mata-mata e tentar ganhar um ou dois jogos. Para o tamanho da Bélgica, para o tamanho do país, para sua história no futebol é isso que eles buscam.

Rivalizar com Brasil, Alemanha, Itália ou outras é uma expectativa gerada pela imprensa e que sempre esteve longe do alcance dos belgas. Nunca foram favoritos em uma Copa e continuarão sem ser.

O rótulo de ótima geração trouxe um estigma de perdedor a um grupo que levou sua seleção a um patamar no qual ela nunca esteve.

 



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