“Dizem que nunca se rende”, o Sevilla de Sampaoli assusta a Espanha



O Sevilla enche os olhos na Espanha na mesma proporção que faz queixos caírem. O time que já vinha dando forças nos últimos anos, ganhando três Europas League e chegando a ficar mais de um ano sem perder em casa, deu um salto nesta primeira metade de temporada. Finalizado o primeiro turno do campeonato espanhol a equipe andaluz é vice-líder, venceu Real e Atlético de Madrid e está nas oitavas-de-final da Liga dos Campeões.

E tudo isso acontece em um ano de transição. A receita é a mesma: faz sucesso, perde peças, contrata jogadores que despertam desconfiança, o time dá liga. Nesta temporada isso aconteceu em medida cavalar: Coke, Krychowiak, Banega e Gameiro deixaram a equipe, além do treinador Unai Emery. O Sevilla se viu obrigado a contratar um técnico e com ele vieram mais de 11 reforços.

Jorge Sampaoli chegou para fazer no Sevilla o que Diego Simeone fez no Atlético de Madrid: mudar o patamar do clube e incomodar Barcelona e Real Madrid. Simeone conseguiu em cinco anos ganhar absolutamente todos os títulos possíveis, a exceção da Liga dos Campeões, torneio que foi vice-campeão duas vezes em três anos.

Logo nos primeiros meses, o argentino ex-treinador do Chile já mostrou que pode ser capaz de fazer seu time incomodar. Terminou a frente do Barcelona e ganhou da dupla madrilenha.

Além disso tudo, um outro dado chama a atenção: o Sevilla é o time que mais pontos faz nos minutos finais dos jogos na Espanha. São 11 pontos conquistados nos minutos finais, segundo levantamento do jornal Marca. O Real Madrid, consagrado pelos minutos finais, ganhou 3 pontos, enquanto o Barcelona tem saldo de 1.

Um trecho do hino do Sevilla profetiza: “Dizem que nunca se rende”. Parece vir bem a calhar para esse time.



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