O show de desorganização da FIFA e dos japoneses no Mundial



Quarta-feira, 14h50, Osaka-Japão. Chego a estação Shin-Osaka de onde partem os trens-bala, trens de velocidade média, metrô e ônibus. A estação é uma verdadeira cidade de incontáveis andares, escadas rolantes, guichês, bilheterias e catracas.

Um entra e sai de japoneses apressados e silenciosos. Dali também sairia o Media Shuttle da FIFA. Um ônibus especial que leva a imprensa até o Suita Stadium para a disputa da semifinal entre Atlético Nacional e Kashima Antlers.

Chego com 40 minutos de antecedência e começo a procurar pelo local de partida do ônibus. O site da FIFA não informava e a medida que me perdia na estação e seus corredores, o relógio avançava.

Nenhuma placa, nenhum sinal, nenhum policial ou atendente japonês que mal entendiam o inglês ou qualquer idioma ocidental para saber dar uma informação.

Perdi o ônibus e fui para o estádio seguindo colombianos e o Google Maps. Deu tudo certo.

É curiosa a preocupação que temos no Brasil porque as coisas não funcionam – e é verdade – mas japoneses e FIFA mostraram também como dar um show de desorganização.

Esse é apenas um dos tantos casos do país. Se informar e se localizar é para profissionais e 40 minutos de antecedência nem sempre são o bastante.



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