Vôlei tem caminho mais fácil para Pequim



Por uma incrível coincidência, o Chile abriga, ao mesmo tempo, duas competições que tem como finalidade assegurar vagas para as Olimpíadas de Pequim. Enquanto o Pré-Olímpico feminino de basquete dá uma vaga direta, o Campeonato Sul-Americano feminino de vôlei, nas cidades de Rancagua e Santiago, leva o seu campeão para a Copa do Mundo, evento marcado para novembro, no Japão e que classificará os três primeiros colocados aos Jogos de 2008.

Nem é preciso dizer que a seleção da atacante Paula Pequeno aparece como favorita absoluta. A Colômbia, adversária desta noite do Brasil, jamais ganhou um set sequer. A não ser que ocorra uma zebra incrível, o Brasil irá faturar mais um título, no próximo domingo.

Mas a minha grande dúvida é a seguinte: por que será que o vôlei tem mais chances de classificar uma equipe às Olimpíadas do que o basquete? Afinal, sobram chances.

Por exemplo, o vice-campeão sul-americano pode se classificar para a Copa do Mundo, de acordo com o ranking mundial. Se uma equipe não se classificar na Copa do Mundo, há ainda a vaga nos pré-olímpicos continentais (uma vaga cada). E se ainda assim não conseguir, terá uma repescagem mundial, que terá mais três vagas em disputa.

Na boa, é muita moleza…



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