Uma campanha para acabar com os nomes ridículos dos times brasileiros de basquete



Já comentei sobre o tema aqui no blog, quando do início do NBB (Novo Basquete Brasil). Eis que nesta segunda-feira recebo um e-mail da assessoria da Federação Paulista de Basquete, feita com competência pelo bravo Frederico Batalha, anunciando a divulgação da tabela do Campeonato Paulista de 2009, cujo início será no próximo dia 7 de abril.

O problema é que resolvi verificar no site oficial da entidade para tentar desvendar um mistério: que time seria este o Vivo Sabor/Unimed/Folhamatic, que fará justamente a partida de abertura, diante do São Caetano/Unip. Só então, clicando no nome da estranha equipe, que consegui perceber que se tratava simplesmente do Americana, atual vice-campeão paulista e brasileiro, comandado pelo técnica Branca e que tem algumas estrelas do basquete nacional, como a veterana armadora Adriana Santos e a ala Micaela, da seleção brasileira.

É o fim da picada! Por mais que me expliquem a necessidade marqueteira, em razão das dificuldades em se encontrar um patrocinador no restrito universo do basquete brasileiro, não dá para aceitar nomes tão esdrúxulos como este do Americana (os caras simplesmente não colocaram o nome da cidade no time!) ou como o já famoso Colchões Castor/FIO/Unimed/Ourinhos.

Desafio qualquer um a achar que a torcida cantará, de livre e espontânea vontade, estes nomes de patrocinadores no meio de uma partida. Jamais!

Ah, e antes que eu me esqueça: o Campeonato Paulista, teoricamente o mais forte do basquete feminino do Brasil, terá a participação somente de sete equipes. Uma vergonha.



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