Tropeço da seleção masculina na Liga Mundial deve servir de lição para Pequim



Não deve ser encarada como uma tragédia grega o quarto lugar do Brasil na Liga Mundial masculina de vôlei. Afinal, esta competição já foi classificada aqui neste blog como a maior enrolação das quadras (relembre aqui).

Mais preocupante parecem ser os efeitos que as duas derrotas consecutivas causaram sobre um grupo que está (mal) acostumado a só atropelar os adversários, não importa qual a competição.

Na Liga Mundial, por exemplo, a seleção conquistou cinco títulos consecutivos. Por isso, as palavras do técnico Bernardinho ao final da partida para a Rússia, quando o Brasil perdeu por 3 a 1, foram significativas.

“Temos que reaprender a sangrar com essa ferida. Não sei se até lá (Jogos Olímpicos) vai cicatrizar, mas jogar com um pouco de sangue vai ser bom para o time”, disse Bernardinho.

Continuo achando que a seleção brasileira é a grande favorita a ficar com o título olímpico em Pequim. Mas é bom abrir os olhos, porque um pouco de humildade nunca é demais.

Foto: o líbero Escadinha consola Giba na partida contra a Rússia. Crédito: Sílvio Ávila/divulgação



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