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Só vitória contra a Sérvia manterá Brasil vivo no Mundial de handebol



José Toledo

O brasileiro José Toledo, autor de cinco gols pelo Brasil, faz arremesso diante da marcação da defesa da Alemanha, pelo Mundial de handebol (Crédito: Divulgação)

Ninguém pode dizer que ficou surpreso com a derrota deste sábado (12) do Brasil pelo Mundial masculino de handebol para a Alemanha, em Berlim.

O que talvez tenha causado um certo espanto foi a má atuação e o placar elástico (34 a 21) aplicado por um dos anfitriões do Mundial (o outro é a Dinamarca), apenas um dia depois da boa performance contra a França, mesmo com a derrota por 24 a 22.

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O fato é que para o Brasil, o Mundial começará de fato nesta segunda-feira (14), na partida contra a Sérvia.

As duas primeiras derrotas já faziam parte do script, convenhamos. Perder para os atuais bicampeões mundiais e para um dos países com mais tradição no handebol é perfeitamente normal.

Mas com a mudança no regulamento da competição, segundo o qual somente os três melhores de cada uma das quatro chaves avançarão para a segunda fase, a situação da seleção brasileira na competição está bastante delicada.

Veja a galeria do Mundial de handebol

Zerado na tabela e na quinta posição da chave, os brasileiros precisam de qualquer maneira derrotar os sérvios, que tem um ponto e ocupam o quarto lugar. Ainda assim, terá que derrotar Rússia (15) e Coreia (17) para assim conquistar a terceira vaga no grupo.

Se mostrar a mesma postura do primeiro tempo da derrota para a Alemanha, a despedida do Brasil no Mundial de handebol será nesta segunda-feira. Mas se repetir o desempenho da estreia, a história será diferente.

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Autor

Marcelo Laguna

É jornalista desde 1984, quando fez a cobertura dos Jogos Olímpicos de Los Angeles dos estúdios da Rádio Gazeta, em São Paulo. Desde então, participou da cobertura de todas as Olimpíadas, sendo quatro delas “in loco”: Atlanta 1996, Sydney 2000, Londres 2012 e Rio 2016. Cobriu também dois Jogos Pan-Americanos (1995 e 1999) e diversos Mundiais de basquete e outras competições de esportes olímpicos. Fez parte do grupo fundador do Lance!, onde trabalhou como editor entre 1997 e 2000 e entre 2015 e 2016. Trabalhou também na revista Placar, Gazeta Esportiva, Diário Popular, site SportsJá!, portal iG, Diário de São Paulo e Folha de S. Paulo

mlaguna63@gmail.com

@MarceloLaguna