Seleção brasileira feminina de basquete não precisa de cartilha e sim de talento



Vejo em reportagem publicada nesta quarta-feira pela Folha de S. Paulo, assinada pelo repórter José Eduardo Martins, que a diretora de basquete feminino da CBB, Hortência Marcari, irá implantar um código de conduta para as atletas da seleção brasileira, logo após a disputa da Copa América feminina, macada para começar no dia 23, em Cuiabá. O manual conta com normas de como as jogadoras devem se portar perante a imprensa, horários para voltar à concentração e alguns conselhos.

Bom, a tomar por conta o desempenho da equipe nos jogos amistosos contra a Argentina, em particular o disputado na última segunda-feira, quando venceu as rivais por 77 a 71 e na prorrogação, o que a seleção brasileira precisa mesmo é de um choque de talento.

Fazer cartilha e tentar preservar a disciplina pode até ser válido. Mas não dá para encarar com naturalidade tomar sufoco de uma equipe que no máximo é esforçada.

Foto: a argentina Paoletta e a brasileira Adrianinha, no jogo disputado em Barueri, na segunda-feira
Crédito: CBB



  • pergunto eu: essas cartilhas nunca funcionavam e só revoltavam quando eram implantadas no passado. pq então a Hortencia agora quer usar o mesmo expediente?

  • A Hortência precisa fazer alguma coisa para mostrar que está trabalhando. Mesmo que seja para não resolver nada. Porque dentro de quadra, a coisa está feia.

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