Rosa Branca, o adeus de um gênio do basquete brasileiro



Triste notícia, às vésperas do Natal, da morte de Carmo de Souza, o Rosa Branca, nesta segunda-feira, em São Paulo, vítima de complicações decorrentes de uma pneumonia. Aos 68 anos, já estava internado há uma semana no Hospital Metropolitano.

 Foi um duro golpe no basquete masculino brasileiro, que há tantos anos vem sofrendo com a falta de ídolos, bons resultados internacionais e a incompetência irritante dos cartolas. Rosa Branca integrou a chamada “geração de ouro”, que fez o Brasil se tornar respeitado entre as grandes potências do esporte.

Com Rosa Branca em quadra, ao lado de outros gênios como Wlamir Marques, Amauri Pasos, Ubiratan Maciel, Sucar, Mosquito, Jathyr, Edson Bispo, entre outros, o Brasil conquistou o bicampeonato mundial de 1959 e 63, além das medalhas de bronze nos Jogos Olímpicos de 1960 (Roma) e 64 (Tóquio). Jogador completo, ele atuou como pivô, ala e armador.

Rosa Branca defendeu a seleção brasileira durante 12 anos, tendo conquistado também a prata e o bronze nos Jogos Pan-Americanos (São Paulo-63 e México-55, respectivamente), além de quatro títulos sul-americanos (1958/60/61/68).

Em clubes, obteve suas maiores glórias atuando pelo Corinthians, entre 1963 e 71, quando foi seis vezes campeão paulista (1963/64/65/67/68/69), três vezes campeão brasileiro (1965/66/69) e quatro vezes sul-americano (1963/65/67/69).

O sepultamento está marcado para esta terça-feira, às 12h, no Cemitério da Lapa. Com certeza, Rosa Branca irá fazer muita falta.



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