Pitacos sobre a festa de abertura



  • Foi uma cerimônia absolutamente grandiosa, impressionante e, na maior parte do tempo, emocionante;
  • Não acho, como alguns andaram dizendo, que foi “a maior festa de abertura na histório olímpica”. Cada edição dos Jogos Olímpicos tem sua particulariedade e todas as festas são belas. Mas o espetáculo organizado pelos chineses certamente pode ser considerado como um dos mais bonitos até hoje;
  • Mesmo assim, quatro horas de festa é demais. Ninguém merece!
  • Os momentos mais emocionantes: os 2.008 tambores abrindo o espetáculo, a menina-cantora chinesa e o pequeno chinês que ajudou no resgate de seus colegas em uma escola, durante o terrível terremoto de maio;
  • A pira olímpica sendo acesa pelo ex-ginasta Li Ning, dono de seis medalhas de ouro em Los Angeles-84, “andando” no ar (na verdade, carregado por cabos de aço) foi inesquecível;
  • Vendo a festa organizada pelos chineses, a única conclusão a que chego é que o Brasil não teria a menor condição de fazer algo sequer parecido. Se os Jogos de 2016 forem realizado no Rio, certamente vão chamar algum pagodeiro para participar na cerimônia e a Fafá de Belém para cantar o Hino Nacional…
  • Quem é que escolheu aquele uniforme meia-boca usado pela delegação brasileira? Ô coisinha mais sem graça…
  • Para quem viu a festa pela Globo, chegou a ser constrangedor o narrador Galvão Bueno chamar os atletas pelo celular e rezar para que eles entendessem alguma coisa, no meio da festa de abertura.


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