Picaretagem abala o judô



Se fosse vivo hoje, certamente o simpático senhor aí da foto ao lado estaria envergonhado. Criado no Japão em 1882 pelo professor Jigoro Kano, o judô sempre teve sua imagem associada à disciplina e fortalecimento espiritual. Porém, não é exatamente isso que estamos vendo às vésperas do início do Mundial do Rio de Janeiro, que começa nesta quinta-feira.

Primeiro, foi a estranha renúncia do presidente da Federação Internacional de Judô (FIJ), o sul-coreano Park Youngsung, ocorrida na última sexta-feira. O histórico do dirigente não era nenhuma maravilha, pois já havia sido suspenso pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) por irregularidades em sua gestão.

Mas não parou por aí. A edição de hoje do jornal Folha de São Paulo mostra que o tesoureiro da FIJ, o boliviano Edgar Claure, simplesmente desapareceu com US$ 400 mil (quase R$ 800 mil). Após participar do congresso que elegeu o novo presidente da FIJ (o austríaco Marius Vizer), ele deixou o hotel onde estava hospedado, no Rio, e não deu mais sinal de vida.

A picaretagem deu um ippon no judô.


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